As mentiras do Apocalipse Protestante! 

Refutando Pastor Airton sobre Inquisição.

Refutando Pastor Airton sobre Inquisição.

1- Eis o Documentário da BBC que foi transmitido pela TV Escola, ele mostra as mentiras criadas pelos protestantes a cerca da inquisição espanhola.

Tudo está bem documentado pelos historiadores que desmascaram de uma vez por todas os engodos protestantes sobre o uso daqueles instrumentos de torturas imaginários que evangélico adora publicar.

Toda lenda foi montada por um canalha protestante que usava o pseudônimo de “Montanus”. Ele mesmo falsamente se dizia vítima da inquisição. A máquina mentirosa de propaganda diabólica dos filhos de Lutero superou a dos nazistas.

Este é 1º de quatro vídeos que estão no Youtube.


2- A Igreja nunca fez uso das mediocridades do livro, “Malleus Maleficarum” este livro nunca foi aprovado pela Igreja e acabou sendo inserido no Index Librorum Prohibitorum pelo Tribunal Católico.

Confirma-se isso, lendo a biografia dos autores:

Heinrich Kraemer (também conhecido na versão latina por Heinrich Institoris nascido por volta de 1430 e falecido em 1505) foi um religioso alemão e Inquisidor.

Nasceu em Schlettstadt, Alsácia, tendo entrado na Ordem dos Pregadores muito novo, tendo vindo a ser superior do Convento da sua cidade natal.

Em data anterior a 1474 foi indicado como Inquisidor para o Tirol, Salzburgo, Boémia e Morávia. A sua eloquência no púlpito e grande actividade foram motivo de reconhecimento em Roma e era o braço-direito do Arcebispo de Salzburgo. Por altura da Bula Summis desiderantes do Papa Inocêncio VIII em 1484 trabalhava juntamente com James Sprenger para formar uma inquisição dedicada a bruxas e feiticeiras. Em 1485 escreveu um tratado sobre feitiçaria e bruxaria que foi publicado conjuntamente com o seu livro mais famoso Malleus Maleficarum.

Kramer falhou a sua intenção de obter apoio junto dos principais teólogos da Faculdade de Colónia os quais vieram mesmo a condenar o seu livro, como violando a ética e os procedimentos legais, bem como tendo inconsistências com a doutrina Católica. Kramer alegou que o testemunho de 4 dos professores teria sido forjado.

O livro foi denunciado pela Inquisição em 1490 e colocado no Index Librorum Prohibitorum (Indice dos Livros Proibidos). Apesar disso, Malleus Maleficarum tornou-se de facto o guia dos perseguidores de bruxas e feiticeiras na tardia Idade Média. Entre os anos de 1487 e 1520, teve 13 edições, e entre 1574 e 1669 dezesseis.

Em 1495 Kramer foi transferido para Veneza, realizando sermões populares muito apreciados.

Em 1500 obteve autorização para pregar contra os Valdenses e outros heréticos.

Morreu na Boémia em 1505.

Inquirir, quer dizer indagar, investigar, consultar pessoas e não matar pessoas. A todo custo tentam mudar o significado da palavra “inquisição”, a confundindo com a crueldade dos tribunais civis.

Sobre a crueldade dos tribunais civis, H. C. Lea cita 47 bulas nas quais a Santa Sé continuamente insiste na jurisprudência que deve se observar nos tribunais eclesiásticos. Alertam para não cair na violência e injustiças freqüentes dos juízes leigos.

Uma instrução da Câmara Apostólica, de 1657 — então os processos de bruxaria somente se realizavam nos tribunais civis —, apresenta a advertência da Inquisição: "A Santa Inquisição confessa que os processos são longos para serem instruídos regularmente; ela censura os juízes pelas vexações, encarceramentos injustos, torturas. Muitos têm-se mostrado demasiado cruéis encarcerando pela mínima suspeita e têm aplicado a tortura apesar do malefício não ter sido provado".

(Hansen, Zauberwahn..., op. cit., pp. 24s.)

3- Inquisição refutada:

Por muito tempo instaurou-se na sociedade a idéia fantasiosa de que a Igreja cometeu atos abomináveis em nome da justiça divina, torturas, fogueiras, etc etc.
Em 1998 João Paulo II autoriza a abertura dos arquivos secretos da Congregatio pro Doctrina Fide (antigo Santo Oficio) onde se encontra a maior base documental sobre a Inquisição (fonte primária). O estudo desses documentos culminou com um Simpósio Internacional de Historiadores chamado “A Inquisição”, presidido por ninguém menos que Rino Camillieri.

Em discurso do Papa aos cientistas participantes no simpósio sobre “a Inquisição” João Paulo II afirma:

“O argumento sobre o qual vos detivestes requer, como é fácil intuir, atento discernimento e notável conhecimento da história.

Nesse sentido devemos portanto desconstruir a idéia errada de considerar todos os tribunais medievais simplesmente como “Inquisição”. Devemos distinguir que havia na verdade Tribunal Civil, Tribunal Eclesiástico e Tribunal Protestante. Somente o Tribunal Eclesiástico respondia pela Igreja Católica.

De principio vou me ater ao tribunal Eclesiástico e Civil para depois expor o que se passou pelos Tribunais Protestantes.

Parte I – Posicionamento da Igreja Católica frente as praticas comuns ao Direito Civil:

No livro “A Inquisição em seu mundo” de João Bernardino Gonzaga. Lemos o seguinte:

Conforme atestam inúmeros documentos, a antiga Igreja sempre foi radicalmente hostil à utilização de violências nas investigações criminais. Muito citada é a carta que o papa Nicolau I escreveu, no ano. 866, a Bóris, príncipe da Bulgária:

"Eu sei que, após haver capturado um ladrão, vós o exasperais com torturas, até que ele confesse, mas nenhuma lei divina ou humana poderia permiti-lo. A confissão deve ser espontânea, não arrancada"; e advertiu: "Se o paciente se confessa culpado sem o ser, sobre quem recairá o pecado?"

Eis portanto a repulsa da Igreja – acusada injustamente – frente a tortura. Continuando, se fosse usado algum artifício e tortura temos que ela não deveria pôr em perigo a vida e a integridade fisica do paciente; vedada era a efusão de sangue; um médico devia estar presente; somente podia ser aplicada uma vez, jamais reiterada; a confissão por meio dela obtida apenas valeria se depois livremente confirmada. Condições muito mais suaves, portanto, do que as vigorantes na Justiça secular.

Ainda nesse sentido, uma distinção clara entre os tribunais civis e eclesiástico é vista em relação ao ordálio.

O ordálio era uma prática comum empregada pelo tribunal civil. Na época vigorava o chamado "sistema acusatório", reduzindo-se o julgamento a um confronto, em termos de rigorosa igualdade, entre dois particulares, nobres ou homens livres. Não se formara a noção do interesse público em punir os crimes. Conseguintemente, o direito de acusação somente pertencia à pessoa lesada, ou, se esta houvesse morrido, à sua linhagem. Sem a presença de uma vítima, queixando-se, não era possível instaurar o pleito.

Parte I – Posicionamento da Igreja Católica frente as praticas comuns ao Direito Civil:

No livro “A Inquisição em seu mundo” de João Bernardino Gonzaga. Lemos o seguinte:

Conforme atestam inúmeros documentos, a antiga Igreja sempre foi radicalmente hostil à utilização de violências nas investigações criminais. Muito citada é a carta que o papa Nicolau I escreveu, no ano. 866, a Bóris, príncipe da Bulgária:

"Eu sei que, após haver capturado um ladrão, vós o exasperais com torturas, até que ele confesse, mas nenhuma lei divina ou humana poderia permiti-lo. A confissão deve ser espontânea, não arrancada"; e advertiu: "Se o paciente se confessa culpado sem o ser, sobre quem recairá o pecado?"

Eis portanto a repulsa da Igreja – acusada injustamente – frente a tortura. Continuando, se fosse usado algum artifício e tortura temos que ela não deveria pôr em perigo a vida e a integridade fisica do paciente; vedada era a efusão de sangue; um médico devia estar presente; somente podia ser aplicada uma vez, jamais reiterada; a confissão por meio dela obtida apenas valeria se depois livremente confirmada. Condições muito mais suaves, portanto, do que as vigorantes na Justiça secular.

Ainda nesse sentido, uma distinção clara entre os tribunais civis e eclesiástico é vista em relação ao ordálio.

O ordálio era uma prática comum empregada pelo tribunal civil. Na época vigorava o chamado "sistema acusatório", reduzindo-se o julgamento a um confronto, em termos de rigorosa igualdade, entre dois particulares, nobres ou homens livres. Não se formara a noção do interesse público em punir os crimes. Conseguintemente, o direito de acusação somente pertencia à pessoa lesada, ou, se esta houvesse morrido, à sua linhagem. Sem a presença de uma vítima, queixando-se, não era possível instaurar o pleito.

O procedimento era público, oral e formalista. No dia fixado, as partes compareciam pessoalmente perante a assembléia formada pelos seus pares, sob a presidência do senhor feudal ou de um seu representante. O autor apresentava sua queixa de viva voz, através de rígidas fórmulas tradicionais, sem cometer nenhuma falha que permitisse ao adversário proclamar nula a demanda. Em seguida, competia ao acusado responder de imediato, uma vez que o silêncio equivalia a uma confissão. A defesa tinha de consistir em negações exatamente ajustadas aos termos da acusação, refutando-a palavra por palavra, de verbo ad verbum.

Os litigantes deviam também prestar o juramento de que diziam a verdade, sempre que possível acompanhados de pessoas de bem, que endossassem suas posições. Eram os conjuratores. A prova testemunhal, caso existisse, era igualmente formalista: as testemunhas depunham oralmente, diante das partes e da assembléia, limitando-se a pronunciar certas fórmulas indicativas de que a razão estava com este ou aquele contendor. Mais do que o conteúdo das suas declarações, o que importava era apenas o número de testemunhas concordes. As regras indicavam quantos depoimentos bastavam para que se desse como provado certo fato.

Na hipótese de os juramentos não serem aceitos e de inexistirem testemunhas suficientes, restavam dois outros expedientes, oriundos do antigo Direito germânico: o duelo e os "Juízos de Deus" ou ordálios. Ambos se baseavam na mesma crença, de um Deus sempre presente no mundo, a interferir nos negócios humanos. Provocava-se pois a intervenção divina, para que apontasse o culpado e não permitisse a condenação de um inocente.

No duelo, batiam-se acusador e acusado, reconhecendo-se razão àquele que vencesse. Não deixava de haver aí alguma perspicácia: esperava-se que o mentiroso, sabedor da própria culpa, que Deus também conhecia, lutasse com menor ardor, mais facilmente sendo derrotado.

Finalmente, se por qualquer motivo não conviesse o duelo, recorria-se aos ordálios. Se o acusado insistisse na sua inocência, era ele (e às vezes também suas testemunhas) submetido a alguma prova que ensejasse a Deus a revelação da verdade. Os métodos variaram muito, mas em regra consistiram na "prova do fogo" ou na "prova da água".Por exemplo, o réu devia transportar com as mãos nuas, por determinada distância, uma barra de ferro incandescente. Enfaixavam depois as feridas e deixavam transcorrer certo número de dias. Findo o prazo, se as queimaduras houvessem desaparecido, considerava-se inocente o acusado; se se apresentassem infeccionadas, isso demonstrava a sua culpa. Equivalentemente ocorria na "prova da água", em que o réu devia por exemplo submergir, durante o tempo fixado, seu braço numa caldeira cheia de água fervente. A expectativa dos julgadores era de que o culpado, acreditando no ordálio e por temor a suas conseqüências, preferisse desde logo confessar a própria responsabilidade, dispensando o doloroso teste.

Se o imputado fosse nobre de muito alto nível, um príncipe, um conde, era-lhe permitido indicar algum subordinado seu para participar dessas provas.

Graças todavia à firme oposição da Igreja, a utilização dos ordálios foi declinando, para praticamente desaparecer no século XIV.

Parte II – Por que a Igreja perseguia os hereges?

Como advertira São Tomás de Aquino, os hereges são como os delinqüentes que passam moeda falsa. O herege procura ser sempre astuto, não revela o seu desvio, e este se torna geralmente difícil de descobrir, porque escondido no íntimo da pessoa. Imperioso era pois a Justiça obter a confissão.
Difícil se torna para nós hoje decidir retroativamente, dentro da formação mental daquela época, como caberia ao dever de caridade resolver este dilema: deixar o herege impune, para que continuasse a disseminar o mal, e, com essa omissão, arriscar-se a perder incontáveis cristãos; ou extorquir-lhe pela força o reconhecimento do seu crime, a fim de tentar corrigi-lo, e, se isso não fosse possível, eliminá-lo para o bem do povo.

Somente a Igreja, jamais o juiz leigo, possui competência para dizer se determinada doutrina é ou não herética. De conseguinte, o julgamento do caso lhe havia forçosamente de caber. Afirmada então por ela a existência do crime, o culpado passava ao tribunal comum, para receber os castigos previstos na legislação estatal.

A Igreja também reivindicou sempre a sua autoridade exclusiva para conhecer de acusações envolvendo clérigos, tanto nos crimes religiosos como nos comuns. Referem os historiadores que muitos bandidos, por isso, se faziam tonsurar, a fim de escaparem da Justiça laica, muito mais severa, e passarem à alçada da religiosa, de maior brandura.

Sempre que pôde, a Justiça canônica pretendeu também que fossem deixados a seu cargo vários crimes praticados por leigos, principalmente aqueles que atingiam a Igreja ou a fé e alguns de natureza mista, que a interessavam maiormente; ou seja, certos atos que, ademais de ilícitos, constituíam grave pecado: delitos carnais em geral, usura, etc.

Muito encontradiça foi também esta solução: o tribunal eclesiástico fazia o processo e proferia a condenação, impondo ao réu uma sanção espiritual; e o transferia a seguir à Justiça do Estado, para que esta aplicasse, em acréscimo, as próprias penas. Tal sucedia, por exemplo, nas hipóteses em que o crime merecia a pena de morte, inexistente no arsenal repressivo da Igreja. Sendo o réu um clérigo, podia-se recorrer a fácil artifício: primeiro, a Justiça eclesiástica lhe impunha a degradação, fazendo-o retornar à condição de leigo, com o que se via livre para encaminhá-lo depois às autoridades civis.

Em Portugal, as Ordenações Filipinas foram explícitas nesse sentido, dizendo no Livro V, Título I: "O conhecimento do crime de heresia pertence principalmente aos Juizes Ecclesiasticos. E porque elles não podem fazer as execuções nos condenados no dito crime, por serem de sangue, quando condenarem alguns herejes,os devem remetter a Nós com as sentenças que contra elles derem, para os nossos Desembargadores as verem; aos quaes mandamos, que as cumpram, punindo os herejes condenados, como per Direito devem".

Parte III – Os cátaros – hereges:

Não se pode falar de Inquisição sem mencionar o maior povo herético da idade média...

Os cátaros impugnavam o casamento, e para eles o fruto proibido, no paraíso terrestre, fora justamente o seu uso. A propagação do gênero humano constitui obra diabólica, ou seja, do deus mau, a mulher grávida possui o demônio no corpo. Pregava-se, em conseqüência, a abstenção da convivência entre os sexos, para as pessoas chegarem ao estado de perfeita pureza; mas, sendo evidentemente difícil a perseverança na perfeição, preveniam-se as defecções por meio de freqüentes assassínios, a chamada "endura".

Há quem calcule que essa prática haja vitimado mais cátaros do que toda a repressão inquisitorial contra eles exercida.

As novas crenças passaram assim a minar a Igreja e o Estado, mormente a do catarismo, que muito se expandia, investindo contra os Poderes civil e religioso. A Igreja, durante bastante tempo e fiel à sua tradição, procurou manter-se à margem das violências, restringindo-se aos meios suasórios, de catequese, e recomendava compaixão para com os culpados, enquanto as autoridades leigas se mostravam crescentemente inquietas.

Na Inglaterra, não houve meias medidas: quando um grupo de cátaros lá desembarcou em 1160, foram todos logo presos, marcados a ferro incandescente e expulsos da ilha. Sumariamente afastou-se pois o problema, de tal sorte que, nesse país, inexistiram tribunais de Inquisição durante toda a Idade Média.

Parte IV – Erros comuns. A importância do revisionismo histórico:

Essa parte visa instigar-lhes o espírito crítico pois grande parte dos absurdos que se acredita hoje em dia nasce da propaganda feita pelos maus professores de historia. Imparciais e cultivadores do ódio em relação a Santa Sé.

Crise da idade média:

Vamos começar pela "Pasteurella pestis" - Uma bactéria que matava em pouco tempo e que se espalhou rapidamente.
Principais sintomas - Febre, mal-estar e bulbos (bolhas) de sangue e pus espalhavam-se pelo corpo do doente, principalmente nas axilas e virilhas. Como os conhecimentos médicos eram pouco desenvolvidos, a morte era certa.
A doença que ela provocava logo levou a uma pandemia e recebeu o nome de Peste Negra. A conseqüência de sua entrada na Europa foi simplesmente devastadora: a morte de cerca de 34 milhões de pessoas, ou seja, um terço da população do continente.Como poderia então a Inquisição ter matado 75-100 milhões de pessoas? Alguns historiadores afirmam que estes números são estimados e acreditam veementemente neles. - inclusive na época de escola fui instruído assim.

Vejamos... Matemática simples:

1/3 = 34 milhões logo 3/3 (ou seja, o total) = 102 milhões
Teoricamente Peste e Inquisição teriam matado juntas 34+(75+100)/2 (para se calcular a média) = 121,5 milhões de pessoas! Sem contar a fome e os demais problemas decorrentes da crise medieval!!!

Ou seja, uma mentira sem tamanho já que, repito, a população européia era estimada em 102 milhões nesses séculos.

Continuam os erros matemáticos...

1186 - A "Santa Inquisição" é estabelecida no Concílio de Verona" – muitos afirmam isso. ERRADO!

Inquisição foi estabelecida pelo Papa Gregório IX no ano de 1231 e durou no máximo até o século XVI quando foi substituída pelo Santo Ofício.

Só ai já são 45 anos de erro.
Não vou nem comentar aqueles que falam sobre a Inquisição ter durado 1200 anos afinal de contas, eles estariam fazendo a conta das mortes que a Inquisição fará até o ano de 2386!!!! (1186+1200=2386).

Agora supondo que a Inquisição tenha matado de fato 75-100 milhões de pessoas:

Tendo em vista ela ter durado corretamente do ano de sua fundação (1231) até o século XVI, aproximados 400 anos (jogando pra cima para não se dizer estar sendo reduzido o tempo de sua duração) temos exatos 146 mil dias (365x400).

São, portanto 146 mil dias para se matar um total de 100 milhões de pessoas. Façamos essa conta:

100000000/146000 = 684,93151Exato, a Inquisição matava em média 684,93151 pessoas por dia!!!!

Usando-se agora a média de mortes (100000000+75000000/2 = 87500000):

87500000/146000 = 599,31507!!!
Ainda assim um número Absurdo!!!! Não?

Parte V – O Tribunal eclesiástico e os tribunais protestantes e civis:

Muita calúnia se espalhou pelos protestantes a troco de uma falsa evangelização, objetos de torturas imaginários, que hoje sabe-se, nunca foram usados, como a “iron maiden”, eram citados dramaticamente pelos embusteiros da fé, como ferramentas da Igreja. Hoje sabemos que eram apenas calúnias de quem queria esconder algo terrível.

É muito fácil, mas injusto, condenar com os critérios de hoje os acontecimentos de então, diante da ignorância da época, da superstição, da carga psicológica e do influxo bíblico.

Enquanto o tribunal católico e os juízes civis, absolveram muitos dos acusados de bruxaria, tome-se como exemplo: Galileu e Casanova, o protestantismo em muitos países, não deixou viver um suspeito sequer, ensandecidos e ávidos por verem as labaredas devorarem a carne trêmula de seus condenados sem julgamento, bradavam versículos bíblicos ensandecidos, como de preferência o Êxodo (22,17), "Não deixarás viver a feiticeira".

Já no início, as posições de Lutero, contra os anabatistas, causaram a morte de milhares de pessoas... Calvino, pai dos presbiterianos, mandou queimar o espanhol Miguel Servet Grizar (médico descobridor da circulação do sangue); Um só perseguidor protestante, de bruxas na Alemanha, Nichólas Romy, considerado grande especialista e que escreveu um longo tratado sobre bruxaria, teve sobre sua consciência a morte de 900 pessoas.

Diferente dos tribunais católicos e civis – já expostos mais acima – entre os protestantes parecia haver uma disputa por ceifar mais vidas. Benedict Carpzov perdia a compostura contra a bruxaria, que considerava merecedora de torturas três vezes intensificadas com respeito a outros crimes, e cinco vezes punível com pena de morte, luterano fanático, num record, assinou sentença de morte contra 20.000 bruxas. Carpzov, entre outros textos bíblicos (Lv 19,31; 20,6.27; Dt 12,1-5; I Sm 27...), citava também o Êxodo (22,17); "Não deixarás viver a feiticeira".

A soberba era tamanha, o protestante Teodoro Bessa, em 1554, pediu o uso da força pública contra os católicos pelo simples ódio da Igreja. A perseguição contra os católicos, na Inglaterra e na Irlanda, foi dominada pela mais escancarada intolerância religiosa. Ainda a pouco tempo as falsas perseguições que terminaram por causar o domingo sangrento foram reveladas.

João Calvino, governou com mão-de-ferro, transformou Genebra numa oligarquia religiosa, proibiu os moradores de praticar hábitos como dançar, jogar, ir ao teatro etc. Durante os quatro primeiros anos de governo houve nada menos, nada mais do que cinqüenta e oito execuções. Segundo Preserved Smith, houve mais casos de vício em Genebra depois da reforma do que antes.

A frase abaixo de Bommberg, indica as linhas gerais dos procedimentos civis e protestantes:

“Um juiz francês (poder civil) alardeava de ter queimado oitocentas mulheres em 16 anos de magistratura. Queimaram-se 600 pessoas, durante a administração de um bispo protestante em Bamberga. A caça as bruxas liderada pelas igrejas protestantes tomaram a Grã-Bretanha e a Alemanha. Na Genebra protestante foram queimadas 500 pessoas no ano 1615. Em Tréveris (quase exclusivamente poder civil) se informou da queima de umas 7.000 pessoas durante um período de vários anos”.

Na Grenoble católica, o poder civil — não o tribunal católico — condenou à morte 167 pessoas acusadas de bruxaria, entre os anos 1427 e 1447. Mas na Saxônia protestante só num dia do ano de mil quinhentos e oitenta e nove se queimaram 133 bruxos. No pequeno cantão suíço de Vaud, os protestantes, em 10 anos — de 1591 a 1600 —, mataram 311 bruxos, e na Baviera uns 2.000 do ano 1500 ao 1756.

Foram terríveis os genocídios causados pelos protestantes na Alemanha. A então Alemanha estava dividida em mais de trezentas circunscrições, cada uma delas com seu próprio Supremo Tribunal civil e seu Direito particular. A perseguição às bruxas a severidade dos castigos dependiam geralmente dos respectivos senhores de cada região, que governavam com muita independência e poder quase absoluto.

Dentro de cada região, havia oscilações pendulares inclusive extremas, segundo os critérios subjetivos do mesmo senhor e segundo os conceitos das diversas sucessões no poder através dos anos e dos séculos. Daí a dificuldade em se calcular o número de pessoas condenadas à fogueira e à forca na Alemanha. Mas das crônicas e processos regionais que chegaram até nós cabe deduzir que as vítimas se contaram por milhares. Gardner calcula nove milhões. Morrow simplesmente diz que foram milhões. É deveras dificultoso termos acesso aos documentos ocultos pelos próprios protestantes.

W. A. Schoeder, contemporâneo aos fatos, anotou que nas localidades de Bamberg e Zeil, entre 1625 e 1630, (cinco anos) se realizaram nada menos que 900 processos de bruxaria. Deles (numa exceção), 236 terminaram com condenação à morte na fogueira. Só num ano, 1617, em Wurzburgo, foram queimadas 300 bruxas; em total nesta região as atas apresentam l.200 condenações à morte.

Em 20 anos, de 1615 à 1635, em Estrasburgo, houve 5.000 queimas de bruxas.
Em cidades pequenas como a imperial Offenburg, que só tinha entre dois e três mil habitantes, se desenvolveram acérrimas perseguições às bruxas durante três decênios, e em só dois anos, segundo as atas, foram queimadas 79 pessoas.

Na Suíça, quando protestante, os casos de condenação de bruxas descritos nas crônicas conservadas chegam a 5.417. Nos Alpes Austríacos, as mortes chegaram ao menos a 5.000.

Na Inglaterra destacava-se o protestante Mathew Hopkins que se autodenominava "descobridor geral de bruxas". Parece que era um sádico encoberto. Quando encontrava uma mulher que excitava seus instintos sexuais anormais, obrigava-a a despir-se na sua presença e começava a fincar, com uma agulha, as diversas partes do corpo dela (assim se procuravam áreas insensíveis, o que seria sinal de possessão demoníaca). Mas... ele mesmo diante de outros fanáticos protestantes, foi acusado de possuir estranhos poderes. Submetido às provas de bruxaria que empregara, foi condenado e morto.

Na Inglaterra não era necessário aplicar torturas — às vezes se deram! — porque a condenação freqüentemente era sentenciada sem necessidade de confissão por parte do acusado.

Em 1562 a rainha Elizabeth, e a versão definitiva do Witch Act ou lei contra os bruxos de Jacques I em 1604, condenavam à morte a pessoa que tivesse feito qualquer malefício pretendendo acabar com a vida ou danar o corpo de alguém. Mesmo que não se percebesse efeito nenhum do malefício! Esta lei se manteve em vigor na Constituição até 1736.

No ano 1670, na Suécia, houve um processo deplorável: Como conseqüência das declarações, arrancadas pelas interrogações feitas pelos teólogos protestantes, foram queimadas 70 mulheres, açoitadas mais 56, queimadas 15 crianças que já tinham chegado aos 16 anos e outras 40 foram açoitadas. E pensar que são esses hoje, que acusam a Igreja de ter “matado inocentes”.

Na Alemanha protestante, o poder civil condenou Anna Maria Schwugelin. Foi decapitada como bruxa em 1759.

No dia dezoito de junho de mil setecentos e oitenta e dois, o governo protestante ainda decapitou uma bruxa na Suíça.

Após assomar-nos à realidade espantosa da bruxomania entre os civis e protestantes, é de todo ridículo que se inflamem os ânimos de protestantes surpresos, de certos “historiadores” e de falsos “professores” mal intencionados, contra a transparência da Igreja Católica, a única a reconhecer a ignorância e os erros de alguns filhos seus no passado.

E em Roma, onde evidentemente o influxo da Igreja Católica era maior, só se deram duas mortes pelo delito de bruxaria. Essa condenação à morte foi pedida pelo papa João XXII (1316-1334). E não por motivos religiosos. Antes do nascimento da revolta protestante. Mandou queimar o bispo da sua cidade, Cahors, e enforcar seu médico porque supunha que estes dois homens tentaram tirar-lhe a vida por meio da magia. Naquele ambiente da época, o próprio papa viveu toda a sua vida escravizado pelo pânico supersticioso dos feitiços.Após o nascimento da revolta protestante, enquanto em outras cidades morriam queimadas ou enforcadas milhares e até milhões de "bruxas" pelos protestantes, nenhuma execução por este motivo se realizou em Roma.

Uma instrução da Câmara Apostólica, de 1657 — então os processos de bruxaria somente se realizavam nos tribunais civis —, apresenta a advertência da Inquisição: "A Santa Inquisição confessa que os processos são longos para serem instruídos regularmente; ela censura os juizes pelas vexações, encarceramentos injustos, torturas. Muitos têm-se mostrado demasiado cruéis encarcerando pela mínima suspeita e têm aplicado a tortura apesar do malefício não ter sido provado".

Parte VI – A Inquisição Protestante por localidade:

Foi demonstrado de principio a postura da Igreja com o tribunal eclesiástico. Seu posicionamento brando e piedoso. Em seguida foi exposta a gritante diferença existente entre o primeiro e o tribunal civil e protestante.

Agora seguem alguns casos que merecem destaque. Demostrar-se-á a Inquisição Protestante por localidade:

1- Alemanha:

Em Augsburgo, em 1528, cerca de 170 anabatistas foram aprisionados por ordem do Poder Público. Muitos foram queimados vivos; outros foram marcados com ferro em brasa nas bochechas ou tiveram a língua cortada. Em 1537, o Conselho Municipal publicou um decreto que proibia o culto católico e estabelecia o prazo de oito dias para que os católicos abandonassem a cidade.
Ao término desse prazo, soldados passaram a perseguir os que não aceitaram a nova fé. Igrejas e mosteiros foram profanados, imagens foram derrubadas, altares e o patrimônio artístico e cultural foram saqueados, queimados e destruídos.
Também em Frankfurt, a lei determinou a total suspensão do culto católico e a estendeu a todos os estados alemães.
O teólogo protestante Meyfart descreveu uma tortura que ele mesmo presenciou:
‘Um espanhol e um italiano foram os que sofreram esta bestialidade e brutalidade. Nos países católicos não se condena um assassino, um incestuoso ou um adúltero a mais de uma hora de tortura (sic). Porém, na Alemanha a tortura é mantida por um dia e uma noite inteira; às vezes, até por dois dias; outras vezes, até por quatro dias e, após isto, é novamente iniciada. Esta é uma história exata e horrível, que não pude presenciar sem também me estremecer".

2- Inglaterra:

Seis monges Cartuxos e o bispo de Rochester foram sumariamente enforcados.
Na época da imperadora Isabel, cerca de 800 católicos eram assassinados por ano e Jesuítas também foram assassinados ou torturados.
Um ato do Parlamento inglês, em 1562, decretou que “cada sacerdote romano deve ser pendurado, decapitado e esquartejado; a seguir, deve ser queimado e sua cabeça exposta em um poste em local público”.

3- Irlanda:

Quando Henrique VIII iniciou a perseguição protestante contra os católicos, existiam mais de mil monges dominicanos no país, dos quais apenas dois sobreviveram.

4- Suíça:

O descobridor da circulação do sangue foi queimado em Genebra, por ordem de Calvino.
No distrito de Thorgau, um missionário zwingliano liderou um bando protestante que saqueou, massacrou e destruiu o mosteiro local, inclusive a biblioteca e o acervo artístico e cultural.
Em Zurique, foi ordenada a retirada de todas as imagens religiosas, relíquias e enfeites das igrejas; até mesmo os órgãos foram proibidos. A catedral ficou vazia, como continua até hoje. Os católicos foram proibidos de ocupar cargos públicos; o comparecimento aos sermões católicos implicava em penas e castigos físicos e, sob a ordem de “severas penas”, era proibido ao povo possuir imagens e quadros religiosos em suas casas.
Ainda em Zurique, a Missa foi prescrita em 1525. A isto, seguiu-se a queima dos mosteiros e a destruição em massa de templos. Os bispos de Constança, Basiléia, Lausana e Genebra foram obrigados a abandonar suas cidades e o território.
Um observador contemporâneo, Willian Farel, escreveu: “Ao sermão de João Calvino na antiga igreja de São Pedro seguiu-se desordens em que se destruíram imagens, quadros e tesouros antigos das igrejas”.

5- Escócia:

John Knox, pai do presbiterianismo, mandou queimar na fogueira cerca de 1.000 mulheres, acusadas de bruxaria.
A inquisição suspendeu sistematicamente o Catolicismo nas áreas protestantes.

6- Roma:

O Saque de Roma foi um dos episódios mais sangrentos da Reforma Protestante. No dia 6 de maio de 1527, legiões luteranas do exército imperial de Carlos V invadiram a cidade.
Um texto veneziano, daquela época, afirma que: “o inferno não é nada quando comparado com a visão da Roma atual”.
Os soldados luteranos nomearam Lutero “papa de Roma”.
Todos os doentes do Hospital do Espírito Santo foram massacrados em seus leitos. Os palácios foram destruídos por tiros de canhões, com os seus habitantes dentro. Os crânios dos Apóstolos São João e Santo André serviram para os jogos esportivos das tropas. Centenas de cadáveres de religiosas, leigas e crianças violentadas – muitas com lanças incrustadas em seu sexo – foram atirados no rio Tibre. As igrejas, inclusive a Basílica de São Pedro, foram convertidas em estábulos e foram celebradas missas “profanas”.
Gregório afirma a respeito: “Alguns soldados embriagados colocaram ornamentos sacerdotais em um asno e obrigaram um sacerdote a conferir-lhe a comunhão. O sacerdote engoliu a forma e seus algozes o mataram mediante terríveis tormentos”.
Conta o Padre. Mexia: “Depois disso, sem diferenciar o sagrado e o profano, toda a cidade foi roubada e saqueada, inexistindo qualquer casa ou templo que não foi roubado ou algum homem que não foi preso e solto apenas após o resgate”.
O butim foi de 10 milhões de ducados, uma soma astronômica para a época. Dos 55.000 habitantes de Roma, apenas 19.000 sobreviveram.

Parte VII – Os Reformadores Protestantes. Ódio perpetuo:

1- Lutero:

Em 1520, escreveu em seu “Epítome”:
“(…) francamente declaro que o verdadeiro anticristo encontra-se entronizado no templo de Deus e governa em Roma (a empurpurada Babilônia), sendo a Cúria a sinagoga de Satanás (…) Se a fúria dos romanistas não cessar, não restará outro remédio senão os imperadores, reis e príncipes reunidos com forças e armas atacarem a essa praga mundial, resolvendo o assunto não mais com palavras, mas com a espada (…) Se castigamos os ladrões com a forca, os assaltantes com a espada, os hereges com a fogueira, por que não atacamos com armas, com maior razão, a esses mestres da perdição, a esses cardeais, a esses papas, a todo esse ápice da Sodoma romana, que tem perpetuamente corrompido a Igreja de Deus, lavando assim as nossas mãos em seu sangue?”
Em um folheto intitulado “Contra a Falsamente Chamada Ordem Espiritual do Papa e dos Bispos”, de julho de 1522, ele declarou:
“Seria melhor que se assassinassem todos os bispos e se arrasassem todas as fundações e claustros para que não se destruísse uma só alma, para não falar já de todas as almas perdidas para salvar os seus indignos fraudadores e idólatras.
Que utilidade tem os que assim vivem na luxúria, alimentando-se com o suor e o sangue dos demais?”

Em outro folheto, “Contra a Horda dos Camponeses que Roubam e Assassinam”, ele dizia aos príncipes:
“Empunhai rapidamente a espada, pois um príncipe ou senhor deve lembrar neste caso que é ministro de Deus e servidor da Sua ira (Romanos 13) e que recebeu a espada para empregá-la contra tais homens (…) Se pode castigar e não o faz – mesmo que o castigo consista em tirar a vida e derramar sangue – é culpável de todos os assassinatos e todo o mal que esses homens cometerem”.

Em julho de 1525, Lutero escrevia em sua “Carta Aberta sobre o Livro contra os Camponeses”:
“Se acreditam que esta resposta é demasiadamente dura e que seu único fim e fazer-vos calar pela violência, respondo que isto é verdade. Um rebelde não merece ser contestado pela razão porque não a aceita. Aquele que não quer escutar a Palavra de Deus, que lhe fala com bondade, deve ouvir o algoz quando este chega com o seu machado (…) Não quero ouvir nem saber nada sobre misericórdia”.
Sobre os judeus, assim dizia em suas famosas “Cartas sobre a Mesa”:
“Quem puder que atire-lhes enxofre e alcatrão; se alguém puder lançá-los no fogo do inferno, tanto que melhor (…) E isto deve ser feito em honra de Nosso Senhor e do Cristianismo. Sejam suas casas despedaçadas e destruídas (…) Sejam-lhes confiscados seus livros de orações e talmudes, bem como toda a sua Bíblia. Proíba-se seus rabinos de ensinar, sob pena de morte, de agora em diante. E se tudo isso for pouco, que sejam expulsos do país como cães raivosos”.
Em seus “Comentários ao Salmo 80?, Lutero aconselhava aos governantes que aplicassem a pena de morte a todos os hereges.
Melanchton, o teólogo luterano da Reforma, aceitou ser o presidente da inquisição protestante, com sede na Saxônia. Ele apresentou um documento, em 1530, no qual defendia o direito de repressão à espada contra os anabatistas. Lutero acrescentou de próprio punho uma nota em que dizia: “Isto é de meu agrado”. Convencido de que os anabatistas arderiam no fogo do Melanchton os perseguia com a justificativa de que “por que precisamos ter mais piedade com essas pessoas do que Deus?”

2- Calvino:

Em seus “Institutos”, declarou: “Pessoas que persistem nas superstições do anticristo romano devem ser reprimidas pela espada”.
Em 1547, James Gruet publicou uma nota criticando Calvino e foi preso, torturado no potro duas vezes por dia durante um mês e, finalmente, sentenciado à morte por blasfêmia. Seus pés foram pregados a uma estaca e sua cabeça foi cortada.
Em 1555, os irmãos Comparet foram acusados de libertinagem, executados e esquartejados. Seus restos mortais foram exibidos em diferentes partes de Genebra.

3- Zwínglio:

Em 1525, começou a perseguir os anabatistas de Zurique. As penas iam desde o afogamento no lago ou em rios até a fogueira.
Diante tanto ódio vemos a sabedoria na pessoa do Papa Alexandre III que escreveu:
"Mais vale absolver culpados do que, por excessiva severidade, atacar a vida de inocentes... A mansidão mais convém aos homens da Igreja do que a dureza".
Como se não bastasse, a violência não foi exercida apenas contra os católicos. Os reformadores foram violentos entre si.
Lutero disse: “Ecolampaio, Calvino e outros hereges semelhantes possuem demônios sobre demônios, têm corações corrompidos e bocas mentirosas”. Por ocasião da morte de Zwínglio afirmou: “Que bom que Zwínglio morreu em campo de batalha! A que classe de triunfo e a que bem Deus conduziu os seus negócios!”, e também: “Zwínglio está morto e condenado por ser ladrão, rebelde e levar outros a seguir os seus erros”.
Zwínglio também atacava Lutero: “O demônio apoderou-se de Lutero de tal modo que até nos faz crer que o possui por completo. Quando é visto entre os seus seguidores, parece realmente que uma legião o possui”.

ROSSEAU em sua obra “Filosofia Positiva”, escreveu:
“A intolerância do Protestantismo certamente não foi menor do que a do Catolicismo e, com certeza, mais reprovável”.

Parte VIII – Esclarecendo alguns episódios distorcidos ao longo da historia:1º - Em 1208 exterminaram os cristãos Albaneses:
Nenhuma bula papal pregou a violência, nem a morte de hereges. A história registra: "Foram numerosos os cânones dos concílios que, excomungando os hereges e proibindo os cristãos de lhes darem asilo, não admitiam que se utilizassem contra eles a pena de morte. Deviam bastar as penas espirituais ou, quando muito, as penas temporais moderadas." (Daniel-Rops, História da Igreja de Cristo, vol. III, A Igreja das Catedrais e das “Cruzadas”, Quadrante, pp. 605-606).

O Papa Alexandre III escreveu: "Mais vale absolver culpados do que, por excessiva severidade, atacar a vida de inocentes... A mansidão mais convém aos homens da Igreja do que a dureza".

H. C. Lea – historiador protestante e possuidor do maior acervo a respeito da Inquisição - cita 47 bulas nas quais a Santa Sé continuamente insiste na jurisprudência que deve se observar nos tribunais eclesiásticos. Alertam para não cair na violência e injustiças freqüentes dos juizes leigos. (Hansen, Zauberwahn..., op. cit., pp. 24s).
É sabido que, alguns cristãos, enviados para convertê-los, longe do controle do Papa desentenderam-se em lamentável confronto com estes maus católicos apostatas, os Albigenses, que pregavam que satã era outro deus, rejeitavam os sacramentos, declaravam ser pecado casar, eram sexualmente permissivos, evitavam a gravidez e encorajavam o aborto. É uma heresia chamarestes de “cristãos Albigenses” pois estes eram dualistas, tinham também Satã, como deus. (Enciclopédia Encarta 99). É também uma falsidade, querer atribuir isso a Igreja. Seria o mesmo que condená-la por causa de Judas Scariotes.

2º - O FRADE TORQUEMADA, anos 1420-98, comandou por 8 anos a morte de 10.200 protestantes e intelectuais queimados vivos, foi horrível! – o bispo Hooper foi queimado com fogo insuficientemente e gritada: "Mais lenha, aumente o fogo!" Ao seu lado numa caixa estava o papel de perdão, bastava retratar-se, mas não o fez!:

O monge TORQUEMADA morreu em 1498, o protestantismo é de 1517. Em 1483, este monge foi dispensado à trabalhar para os reis Isabel e Fernando, que o usaram politicamente, sem vínculo com a Igreja. E para a surpresa do fantasioso “pastor”, que deu gritinhos de “foi horrível!”, e inventava a morte de “10.200”, desmoralizamo-lo: o grande historiador Agostino Borromeu, constatou que dos 125.000 processos de sua história, a Inquisição espanhola condenou à morte 59 pessoas, longe do aval do Papa. Ou seja, condenou-se apenas 1,8% e destes, 1,7% eram bonecos queimados em lugar dos ausentes. Os tribunais eclesiásticos foram muito mais indulgentes, que os civis e protestantes que mataram 25.000 só na Alemanha, sendo o matador recordista o luterano Benedict Carpzov que matou 20.000 mulheres, Fontes: (Agência Zenit, Sunday, June 20, 2004 1:17 PM), (Benedict Carpzov, Practica Nova Rer. Criminalium Imperialis Saxonica in 3 Partes Div., Wittenberg, 1635.), Como vemos, o embusteiro andou contabilizando bonecos queimados como “protestantes”. Agora ele sabe porquê nunca pediram indenização por terem parentes mortos pela Igreja. Tem mais, seu citado “bispo Hopper” foi morto pela rainha Maria I, filha do protestante rei Henrique VIII. Não pela Igreja Católica.

4º - Carlos V anos 1500-58, eliminou por ordem do papa 50 mil cristãos alemães:

Carlos V, era imperador germânico, reconheceu a divisão religiosa do Império, legalizando, pela primeira vez, o luteranismo na Alemanha. Embora não tenha permitido uma satisfação completa, garantiu 50 anos de paz religiosa na Alemanha. Nunca recebeu “ordem” de algum Papa. Na batalha de Mühlberg, em 1547, repeliu e venceu um insurgente e armadíssimo exército protestante, chamado de Liga Esmalcalda. Que fique claro, esta batalha foi política e não religiosa.

5º - O Papa Pio V anos 1566-72, exterminou 100.000 Anabatistas:

Aos 25/6/1535, o povo da cidade alemã de Münster, exterminou os invasores e POLÍGAMOS anabatistas, outros 30 mil e seu líder Thomas Munzer, foram exterminados pela vontade de Lutero, conforme registro oficial da história. (VEIT, Valentim, História Universal, Livraria Martins Ed, SP, 1961, Tomo II, pp. 248-249). (Revista Pergunte & Responderemos. 03/97).

6º - O Papa Gregório XIII anos 1572-85, organizou com os jesuítas o extermínio dos protestantes franceses e na noite de 24 de agosto de 1572 mataram 70 mil deles! – Esse papa comemorou mandando que as Igrejas cantassem o TE DEUN, trocassem presentes e cunhou moedas comemorativas as massacre:

Este fato envolvendo disputas políticas entre a Rainha Catharina de Medici e o protestante almirante Coligny, aconteceu na França, quando o Papa estava em Roma e os Jesuítas ausentes àquele casamento da filha da rainha com um protestante. Uma falsa notícia, sem outros meios de comunicação na época, chegou a Roma dando conta que os huguenotes haviam atentado contra o rei e a rainha, que teriam vencido os huguenotes bravamente escapando ilesos.

Sendo todos em Roma amigos do rei e da rainha franceses, festejaram sua resistência, ocasião em que o Papa Gregório XIII, sem maldade e diplomaticamente, solicitou em ação de graças que se cumprissem todas as cerimônias de praxe. Diz um documento da época: "Mesmo em Paris, muita gente se enganou; e o próprio Parlamento condenou retrospectivamente o almirante Coligny (líder protestante) a ser queimado em effigie por causa do criminoso atentado." (DEVIVIER, Pe. W., SJ. Curso de Apologetica Christã, 3ª ed., São Paulo: Melhoramentos, 1925, pp. 426-429). A conclusão que se tira é de uma mera questão política entre a rainha Catharina e o político protestante Coligny.

7º - Em 1590 o catolicismo eliminou uns 200 mil cristãos Huguenotes:

Em 1593, o novo líder dos protestantes huguenotes, Henrique IV, que escapou do citado massacre da rainha, converteu-se voluntariamente e definitivamente ao Catolicismo, este proclamou o Edito de Nantes, que trouxe a paz. Se fosse a Igreja que tivesse exterminado os protestantes huguenotes, como iría seu líder se converter ao Catolicismo???

Em 1572, Catarina de Médicis, mãe do Rei Carlos IX, temendo que o almirante Gaspard de Coligny influenciasse seu filho a fazer guerra à Espanha ordena um atentado contra a vida do almirante, que sobrevive.
Poucos dias antes, numa tentativa de apaziguar os ânimos entre as partes, a irmã do rei, Margarida de Valois, havia se casado com o líder protestante Henrique de Navarra (na verdade ele"se converteu"apenas para que pudesse se casar).
A tensão entre os huguenotes (liderados por Coligny) e a família real aumenta depois do atentado e descamba em conflitos de rua que se tornam um verdadeiro massacre. Gaspar de Coligny é assassinado a mando de Henrique de Guise, prefeito de Paris, numa vingança familiar (havia fortes suspeitas de que Coligny fosse o mandante do assassinato do pai de Henrique de Guise, nove anos antes).

Quando Carlos IX morre Henrique III, seu irmão, assume o trono; Henrique de Guise inicia uma guerra contra o rei por sua política favorável aos huguenotes; Henrique de Navarra, cunhado do rei também entra na guerra, como líder do exército huguenote. Henrique III celebra a paz com o cunhado e os dois se unem contra o prefeito de Paris. A mando do Rei, Henrique de Guise é assassinado.O Rei morre no dia seguinte pelas mãos de um partidário de Guise.
Na falta de filhos ou irmãos o nome levantado para assumir o trono é o de Henrique de Navarra, cunhado do falecido rei, que se torna Henrique IV A população de Paris não aceita um Rei protestante e Henrique não consegue entrar na cidade com suas tropas. Nessa ocasião ele proclama a célebre frase: "Paris vaut bien une messe" ("Paris vale bem uma missa") e se "converte" novamente, dessa vez em caráter definitivo ao catolicismo para assim ganhar a simpatia da população e dos líderes políticos da cidade de Paris e poder tornar-se rei de fato.
Repetindo... "Paris vaut bien une messe" cunho totalmente politico.

8º - O Monarca alemão Fernando II anos 1578-1637 instigado pelos jesuítas começou uma guerra de extermínio aos protestantes; essa guerra religiosa terminou em guerra política e tirou a vida de 15 milhões de pessoas:

Omitindo que os luteranos promoveram o maior massacre da história da humanidade, segundo Maurice Andrieux, no dia 6 de maio de 1527, quando saquearam Roma. Nunca os Jesuítas se juntaram a este imperador.

Parte IX – Referências:
A Inquisição em seu Mundo - João Brenardino Gonzaga - professor da USP

Heresias Medievais - Nachman Falbel
Manual do Inquisidor - Bernard Guy
Histoire de l´ Inquisition au Moyen Âge - Jean Guiraud
L´Épóppée Cathare - Michel Roquebert
Les Cathares - Arno Borst
Histoire des Cathares - Jean Duvernoy
El Tribunal de la Inquisición - Fernando Ayllon
Personajes de la Inquisición - William T. Walsh
L’Inquisition - Henri Maisonneuve
La Vera Storia dell Inquisizione - Rino Camilleri

Procure também a respeito de Agostino Borromeo. Segundo ele:
na Espanha, apenas 1,8% dos investigados pela Inquisição espanhola foram mortos.

Henry Charles Lea - vasta obra nesse sentido. Alguns afirmam sobre sua obra (a respeito da Inquisição Espanhola):

" The subject is an interesting one, and we know of no other English book which throws so much light (SO MUCH LIGHT!) upon it. ... It should be understood that this book is the outcome of independent, first-hand investigation of the materials stored in the immense Spanish Archives." M. W. H. in The Sunday Sun, New York.

Até a BBC:
Agora, também a insuspeita emissora BBC de Londres vem refutar o mito da Inquisição como paradigma de terror. A notícia nos vem através do diário madrilenho "El Pais" (8-11-94), em artigo de Lola Galán, intitulado "A falsa história da Inquisição espanhola".
Diz ela:
"As sinistras salas de tortura dotadas de rodas dentadas, engrenagens quebra-ossos, grilhões e demais mecanismos aterradores só existiram na imaginação de seus detratores. O Santo Oficio (nome do Tribunal da Inquisição) viu-se frente a uma gigantesca máquina propagandística.”

4- O mentiroso livro "BABILÔNIA: A RELIGIÃO DOS MISTÉRIOS" de Ralph Woodrow, de onde o pastor tirou essas asneiras foi desmascarado pelo mesmo autor Ralph Woodrow.

Baseando-se nas lorotas do aleivoso pastor Hislop, o protestante, Ralph E. Woodrow escreveu outro livro, o “Babilônia, a Religião de Mistério”, e logo todos os embustes dos dois livros foram levados para dentro das seitas protestantes para enganar os indoutos protestantes, ávidos por razões para odiarem a Santa Igreja Católica.

Acontece que Ralph E. Woodrow fez um estudo e concluiu que tudo o que estava no livro de Alexander Hislop é ficção sensacionalista, mentira fraudulenta, relacionamentos falsos. Então Ralph E. Woodrow para corrigir os erros cometidos no seu livro, escreve um outro livro com o nome de “A Babylon Connection?”. Woodrow tornou-se agora um crítico das fantasiosas teorias “pagãs” do mentiroso pastor Hislop. Confirme:

Eu n 1858 um ministro escocês chamado Alexander Hislop, publicou um livro chamado "The Two Babylons '. Ensino básico do livro é que o cristianismo moderno, em sua forma mais ritualística (como evidenciado dentro do Catolicismo Romano e Ortodoxia Oriental), é totalmente pagã e pode ser rastreada até a adoração de Nimrod e Semiramis e para o pior dos antigas práticas pagãs. Eu mesmo ler este livro, quando ele foi emprestado a mim por um amigo por volta de 1981. O livro foi certamente fascinante, mas eu lembro de ter sido perturbado que quase nenhuma das reivindicações de Hislop poderiam realmente ser fundamentada por qualquer fonte respeitável, embora tenha sido certamente "carne e beber" para os ingênuos. Eu não rejeito inteiramente a tese de Hislop, mas criaram em segundo plano por alguns anos com a sensação de que os pontos de Hislop não foram apoiadas por evidências conclusivas (algo que se Hislop foi aparentemente cego). Basicamente, cheguei à conclusão de que a acusação ultrajante não é a mesma coisa como evidência cuidadosamente compilada e decisivo.

Hoje, naturalmente, o livro é profundamente rejeitada por causa da falha e, principalmente, infundadas miscelânea que é. Note, por exemplo, o que a Enciclopédia Wikipedia diz sobre este livro,

O livro tem sido severamente criticado por sua falta de provas, e em muitos casos a sua contradição com as provas existentes: por exemplo, a religião do estado romano antes do cristianismo não adoravam uma Deusa-Mãe central, e Júpiter nunca foi chamado de "Jupiter-Puer. " Da mesma forma, Semiramis viveu séculos depois de Nimrod, e poderia nem ter sido a sua mãe, nem se casou com ele. Hislop também torna inaceitável conexões lingüísticas e jogos de palavras fantasiosas, por exemplo, as letras IHS em wafers Católica Sagrada Comunhão, alegadamente, representam divindades egípcias Ísis, Horus e Seth, mas na realidade eles são uma abreviatura para Ihsous, a grafia latina do nome de Jesus em grego (Ιησους), embora popularmente, eles defendem a Iesus Latina hominum significado Salvator Jesus, Salvador da Humanidade (que também se encaixa o ensino da transubstanciação, onde o pão eo vinho são ditas para se tornar o corpo eo sangue de Cristo). "

(Fonte:. Wikipedia artigo, Alexander Hislop http://en.wikipedia.org/wiki/Alexander_Hislop)

Eu acreditava que - tão tarde quanto 1998 - sem auto-respeito evangélicos gostaria de tocar neste livro, imagine minha surpresa, então, quando um dia - circa 1998 - Eu encontrei este livro continua à venda em uma livraria evangélica altamente respeitável! Na verdade, talvez ingenuamente, até agora muitos ainda se apegam a cada palavra (geralmente errada) de Hislop.

Originalmente influenciada por este livro, repleto de erros, Ralph Woodrow escreveu Babylon Religião Mistério. Mas este homem honesto já retirou este livro (uma ação que causou-lhe muito a perda financeira) por causa de sua posterior aceitação honesta de falhas de Hislop. Ver frank Woodrow e admissão honesto sobre seu livro Hislop de inspiração e sobre os erros de Hislop AQUI.

Aqui é apenas uma breve citação do artigo de Woodrow para nos ajudar a observar o raciocínio falho que Hislop tantas vezes utilizado e que se espalhou para os cultos e seitas:

"Alguns afirmam que objetos redondos, como wafers rodada comunhão, são símbolos do deus-Sol. Mas eles não mencionam que o maná muito dada por Deus era redondo! (Êx 16:14). Alguns estão prontos para condenar todos os . pilares e monumentos históricos como pagão Mas eles não levam em conta que o próprio Senhor apareceu como um pilar de fogo e, na frente do seu templo, havia dois grandes pilares (Ex 13:21,22; 2 Cr. 3:17) ".

Eu não vou aprofundar os erros de Hislop aqui, mas recomendaria artigo Woodrow a todos, mais o livro que ele já escreveu, A Conexão Babilônia?, Para ajudar a corrigir livremente admitiu erros anteriores (veja o link anterior) .

Como se preocupar, então, que mesmo agora, em novembro de 2005, quando eu fiz uma busca no Google por "The Two Babylons" e "Alexander Hislop, as primeiras 15 páginas, que veio acima foram esmagadoramente a favor da posição de Hislop (a maioria dessas páginas eram de os sites dos cultos e seitas fundamentalistas extremistas, mas alguns também foram representadas). Eu finalmente encontrado apenas cerca de 3 referências de algumas centenas que produziu Google, que entendeu que os argumentos de Hislop estão agora desacreditados!

Esteja ciente de que ao rejeitar alegações selvagens Hislop sobre o Catolicismo Romano eu estou em nenhuma maneira defender de erro em que está presente no âmago da doutrina romanista, de fato, o meu ministério internet inteira é baseada em expor erro teológico (onde quer que seja encontrado), mas eu acredito que é vital para Christian Apologetics e ministérios Countercult para garantir que eles cuidadosamente substanciar todas as reivindicações.
Robin A. Brace, 2005.

(Além da ligação anterior, aqui estão outros links sobre Hislop que posso recomendar:

Babylon Boom Box

Duas Babylons / A Conexão Babilônia?

Crítica introdutória do Hislop "The Two Babylons '
(Isso vem de uma fonte católica romana ainda suas críticas são justificadas Hislop).

UK APOLOGÉTICA

5- Há somente mentiras no texto do pastor, sobre Bernardo Guy. Essa é a verdade sobre a atividade de Bernardo Guy que atuava só contra católicos heréticos:

[Em 930 sentenças que o Inquisidor Bernardo Guy pronunciou em 15 anos, houve 139 absolvições, 132 penitências canônicas, 152 obrigações de peregrinações, 307 prisões e 42 “entregas ao braço secular] ([citado em] AQUINO, Felipe. Para entender a Inquisição. 1 ed. Cleofas. Lorena. 2009, p. 23). Bernardo Guy jamais matou alguém.

6- Desmarcando as lorotas sobre Galileu:

Pura ignorância deste que se diz “pastor”. A Ciência Moderna só confirma as verdades da Igreja. Veja isso adiante, neste texto, nos relatos dos pais da Teoria da Relatividade: Max Planck e Albert Einstein, que acabam por corrigir a precipitação de Galileu, que alguns retrógrados, “medievais” e ultrapassados, erroneamente propalam hoje, com leviano intuito de insultar a Igreja Católica, mãe das universidades. Seus filhos são detentores dos maiores projetos científicos da humanidade, entre eles o que provou matematicamente, pela primeira vez, O Sistema Geocêntrico, O Projeto Genoma, e também ganhadores do maior prêmio científico já pago pela ciência moderna, O prêmio Templeton. As quimeras lançadas contra a Igreja cairão todas por terra, ao final da leitura deste artigo.

Consta na biografia do padre Copérnico:

http://www.euniverso.com.br/Cult/Mestres_e_artistas/Copernico.htm

Que em 1529, (mais de trinta anos antes de Galileu nascer), circulava entre os astrônomos um manuscrito Nic. Copernici de Hypothesibus Motuum Coelestium a se Constitutis Commentariolus ("Pequenos Comentários de Nicolau Copérnico em Torno de Suas Hipóteses sobre os Movimentos Celestes"), onde o religioso Copérnico, apresentava o sistema heliocêntrico como uma hipótese. Em 1533, o Papa Clemente VII solicitou a exposição da teoria em Roma (Galileu só nasceria em 1564), e em 1536 o Cardeal Schönberg pediu sua publicação, mas Copérnico achava que deveria primeiro elaborar uma teoria completa, que fosse nitidamente superior ao sistema de Ptolomeu.

Passado o tempo, e tendo concluído seus estudos, o cônego Copérnico, muito antes de Galileu pensar em ser cientista, já havia presenteado o Papado com a dedicatória de sua obra que mostra o sistema geocêntrico e a terra redonda, provado matematicamente. Coisa que nem naquele tempo, terra redonda era novidade. O dito “pastor” Afonso, parece desconhecer isto, e que o cônego Nicolau Copérnico, membro da Igreja, já havia dedicado sua famosa obra "De Revolutionibus ("As Revoluções")" ao Papa Paulo III .

Mas, eis que no tempo de Copérnico, um “pastor” luterano, chamado Andrea Osiander, na gráfica sabotou a obra, na dedicatória ao Papa e em seu título, a reduzindo à “caráter hipotético”. Veja no texto abaixo, retirado da Biografia de Copérnico, que a desonestidade protestante não vem de hoje:

<< Em 1540, Rheticus enviou para publicação o livro completo de Copérnico, De Revolutionibus ("As Revoluções"), cujo primeiro exemplar chegou às mãos de Copérnico em leito de morte, em 1543. Provavelmente não teve consciência de que o seu prefácio, dedicado ao Papa Paulo III, fora substituído por outro, anônimo, de Andreas Osiander (1498-1552), um pastor Luterano interessado em Astronomia, em que insistia sobre o caráter hipotético do novo sistema, e também modificando o nome para De Revolutionibus Orbium Coelestium ("As Revoluções do Orbe Celeste"). No livro Copérnico declarava que a Terra cumpria "uma revolução em torno do Sol, como qualquer outro planeta", como já haviam afirmado Pythagoras e Aristarchus de Samus, que Copérnico já tinha lido. Mas Copérnico desenvolveu a idéia matematicamente. >>

Fonte: http://www.euniverso.com.br/Cult/Mestres_e_artistas/Copernico.htm

Observe acima, que já era do conhecimento Igreja, que a terra cumpria “uma Revolução em torno do sol”. O Papa nunca questionou se a terra era redonda ou não, todos sabiam que a terra era redonda muito antes de Galileu nascer. Santo Alberto Magno, que viveu entre 1193 e 1280, e que foi mestre de São Tomás de Aquino, defendeu as idéias geográficas de Aristóteles, inclusive a esfericidade da Terra. São Tomás de Aquino - o maior gênio medieval - tratou da questão em pauta na Suma Teológica (I., q.1, a.1, ad2). A imagem de Nossa Senhora de Montserrat, padroeira da Catalunha, do século XI, é de madeira pintada, de estilo romântico, até hoje venerada em Montserrat. Tanto ela como o menino Jesus, têm nas mãos o globo representativo da Terra, da qual a Virgem Maria é Rainha e da qual Cristo é Criador e Senhor. Se a Igreja representava a Terra por um globo, séculos antes de Galileu nascer, é porque sabia que ela é redonda. Crates de Malus (145 A.C.) foi o primeiro a construir um globo para representar a Terra, (Enciclopédia Espasa Calpe, Barcelona, verbete Mapa, vol. XXXII, pág.1132).

O problema de Galileu não foi defender o heliocentrismo, como caluniam alguns desinformados hoje, pois outros cientistas já defendiam esta teoria já conhecida da Igreja, mas colocar à prova as Escrituras Sagradas. Galileu afirmava que as Escrituras estavam erradas, pois em Josué (10,12-13), o Sol jamais poderia parar, mas a Terra, e queria que as Escrituras fossem alteradas. Na verdade, o que questionou-se no julgamento de Galileu, foi o modo como ele afrontou às Sagradas Escrituras. As Escrituras afirmam que “o sol se deteve ... quase um dia inteiro (Josué 10,13), demonstrando um excepcional milagre divino, alheio ao que já se conhecia há muito do universo. Galileu contra argumentava que o sol sempre foi fixo, e só os planetas e astros se moviam. Hoje sabe-se que não é bem assim, até as galáxias viajam em movimentos circulares. Sua punição foi apenas uma curta reclusão domiciliar em 1633, por contradizer as Escrituras. Galileu era católico e tinha uma filha freira, este viveu e morreu católico, em avançada idade. O túmulo de Galileu que, por sinal, situa-se de frente ao de Leonardo da Vinci, está localizado na atual Catedral Católica de Florença, Itália, por consentimento de seus parentes que nada tinham contra a Igreja, para estrebucho do caluniador “pastor” Afonso.

O Papa do tempo de Galileu foi Urbano VIII. Era, há muitos anos, um admirador de Galileu, a quem inclusive havia dedicado uma poesia latina em que louvava seus descobrimentos astronômicos. Além disso, desde o primeiro momento, teve em postos muita confiança em vários amigos e partidários de Galileu. Em 1624 Galileu foi a Roma e o Papa o recebeu seis vezes, com grande cordialidade. (Antonio Favaro: Le Opere di Galileo Galilei, 20 volumes, reimpressão, G. Barbèra Editore, Firenze 1968).

As desculpas que coube a Galileu foi apenas por sua rápida reclusão domiciliar, não por Galileu estar certo e a Igreja errada. Isto é falso! Hoje sabemos que a Igreja fez muito bem, defendendo a palavra de Deus como está na Bíblia, em Josué 10,13, a menos que alguém queira discutir com Max Planck e Albert Einstein (da Teoria da Relatividade): "Se tomarmos, por exemplo, um sistema de referências fixamente ligado com a nossa Terra, teremos de afirmar que o Sol se move no céu; se, inversamente, deslocarmos o sistema de referência para uma estrela fixa, o Sol encontra-se em repouso. Na oposição entre estas duas formulações não existe contradição nem obscuridade: trata-se somente de duas maneiras diferentes de considerar as coisas. Segundo a teoria física da relatividade, que atualmente pode ser considerada como aquisição científica assegurada, ambos os sistemas de referência e os modos de consideração que lhes correspondem são igualmente corretos e igualmente justificados, e é fundamentalmente impossível, sem arbitrariedade, decidir entre eles através de quaisquer medições ou cálculos". (Max Planck, in Vorträge und Erinnerungen, Stuttgart, 1949, p. 311).

Isto claramente prova que a Igreja, não estava “errada”, como pregam certos indoutos linguareiros, para rapinar na ignorância.

Note que o eminente Max Planck fala em "sistema de referência". Realmente, não podemos afirmar que o universo possui um ponto fixo (seja o sol, a terra ou qualquer outro astro). Não estamos falando de um carrossel com cavalinhos girando em torno de uma base! Portanto, Galileu precipitava-se. Assim o Papado acertava pela cautela, e pela fé na palavra de Deus, que não foi mudada nem mudará. Já do memorável Galileu, a Enciclopédia Encarta 99, diz o seguinte: [a última obra de Galileu, Discursos e demonstrações matemáticas sobre duas novas ciências, publicada em Leiden em 1638, revisa e aprimora seus primeiros estudos sobre o movimento e os princípios da mecânica em geral.]. Disso os inimigos da Igreja não falam.

Como vemos, foi um padre, chamado Copérnico, muito antes de Galileu, que apresentou as revoluções da terra provadas matematicamente. Enquanto a Igreja Católica se esforçava para publicar a obra científica, que tinha dedicatória dada ao Papa, os protestantes inimigos da ciência a sabotaram pelas mãos de um pastor. O desprezo protestante à Copérnico e à ciência, ficou documentado nas palavras de Lutero, que dizia:

“O abade Copérnico surgiu, pretendendo que a terra girasse em torno do Sol”. Lutero deu de ombros. “Lê-se na Bíblia que Josué deteve o Sol; não foi a Terra que ele deteve. Copérnico é um tolo.” (Funck-Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi, 1956, 2a. ed. Pág. 145).

“A razão é a prostituta, sustentáculo do diabo, uma prostituta perversa, má, roída de sarna e de lepra, feia de rosto (sic), joguemos-lhe imundícies na face para torná-la mais feia ainda.” (Funck-Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi, 1956, 2a. ed. Pág. 217).

Hoje o que vemos, são alguns caluniadores protestantes e outros inimigos da Igreja de Cristo, desonestamente querendo inverter os papéis, caluniando que a Igreja é “inimiga da ciência”.

Rodney Stark, professor de Sociologia e de Religiões Comparadas de Washington, em seu livro "For the Glory of God" mostra que a Igreja Católica, além de ter sido a primeira a se opor à escravatura, foi a força motriz por trás da emergência da ciência moderna. Segundo Stark, a crença na verdade de que a criação é um trabalho de Deus, gerou o progresso científico que não começou no século XVIII, mas com a escolástica medieval. Não é a toa que a maioria dos grandes gênios, inventores e músicos do passado e de hoje, eram ou são, em sua maioria católicos. Inclua-se aí o pai do Projeto Genoma.

O católico biólogo americano, Francis Collins é um dos cientistas mais notáveis da atualidade. Diretor do Projeto Genoma, bancado pelo governo americano, foi um dos responsáveis por um feito espetacular da ciência moderna: o mapeamento do DNA humano, em 2001. Desde então, tornou-se o cientista que mais rastreou genes com vistas ao tratamento de doenças em todo o mundo.

http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=43539&cat=Artigos&vinda=S

Muito recentemente, um padre e cosmólogo, o polonês Michael Heller, 72, que sustenta a possibilidade de comprovar matematicamente a existência de Deus, foi o vencedor do mais polpudo prêmio acadêmico do mundo. O prêmio Templeton, outorgado pela fundação homônima de estudos religiosos sediada em Nova York. O valor da premiação é de 820 mil libras esterlinas (cerca de R$ 2,87 milhões).

Os trabalhos mais recentes do padre Heller abordam a questão da origem do universo debruçando-se sobre aspectos avançados da teoria geral da relatividade, de mecânica quântica e de geometria não-comutativa. Heller disse que usará o dinheiro do prêmio Templeton para financiar futuras pesquisas. (18/03 09:14 - Fonte: bbc)

http://www.comshalom.org/noticias/exibir.php?not_id=1518

Está desmantelada a farsa do “pastor”.

Autor: Fernando Nascimento

7- Por que será que o desonesto pastor cita Wicliff como “protestante” se o protestantismo não existia e Wicliff era católico?

Vai ver que o pastor não sabe que o tal, enquanto assistia à missa em Lutterworth, no dia 28 de dezembro de 1384, foi acometido por um ataque de apoplexia, falecendo 3 dias depois, no último dia do ano, sem que qualquer “inquisição” o tivesse matado.

8- Os “santos” protestantes do pastor eram falsários bíblicos e sequer foram mortos pela Igreja. Tudo embuste.

9- Noite de São Bartolomeu Mentira.

A VERDADE DOCUMENTAL

A Noite de São Bartolomeu foi um episódio político e não religioso, a casa real da França foi a grande responsável pela perseguição e pelo massacre dos Huguenotes.

Os Huguenotes eram um grupo de protestantes Calvinistas que se tornaram centro de disputas políticas na França nos Séc. XVI e XVII.

Durante o Reinado de Henrique II (1547-1559), esses protestantes tornaram-se um grupo político bastante influente na França e na medida em que cresciam essa influência mais aumentava as hostilidades com o governo Francês.

Algumas ações dos Huguenotes de fato despertavam a “raiva” dos Católicos, pois estes protestantes radicais invadiam Igrejas, destruíam imagens e relíquias dos Santos.

Mas os grandes responsáveis por todo o episódio foram a Rainha Catarina de Médicis e seu filho Carlos IX que foi quem deu a ordem do massacre.

Depois da morte de Francisco II e da coroação de Carlos IX, a rainha-mãe, Catarina de Médici, passou a controlar a França. Durante algum tempo ela defendeu os huguenotes como uma forma de contrabalançar a influência dos Guises. Entretanto, o acirramento dos ânimos de ambas as partes aumentou, a ponto de provocar uma guerra civil. Catarina temia que o almirante Coligny estivesse influenciando demasiadamente seu filho e aliou-se ao duque de Guise. http://www.klickeducacao.com.br/2006/enciclo/encicloverb/0,5977,POR-4870,00.html

Mas, objetar-se-á, não é verdade que S. Pio V, alguns meses antes falecido, convidara por vezes Carlos IX a exterminar os hereges do seu reino?

É coisa certa que S. Pio V por vezes exortou a corte de França a, com rigor, aplicar contra os hereges as leis existentes (suppliciis afficiantur quae legibus statuta sunt), leis que se estendiam até á pena de morte; mas é coisa não menos certa que ele sempre formalmente reprovou qualquer tentativa de assassinato ou de morticínio. A 10 de maio de 1567 escrevia o embaixador espanhol em Roma para a sua corte: ‘Os senhores da França, disse-me o Papa Pio V, premeditam qualquer coisa que eu não posso aconselhar nem aprovar e que a minha consciência reprova; querem empregar meios para acabar com o príncipe de Condé e o almirante de Coligny.’ É, observa Vacandard, reprovar de antemão o morticínio de S. Bartholomeu.

Ficou, pois, a corte romana completamente estranha aos horrendos atentados de 24 de agosto. Foi, entretanto, Gregorio XIII informado pelo embaixador francês de que o rei e a rainha mãe tinham escapado a uma trama dos huguenotes e de que estes tinham sido justamente castigados e em grande parte exterminados; pelo que mandou aquele Papa os parabéns a Paris, e ordenou que se fizesse em Roma uma solene procissão em ação de graças, com um solene Te Deum, e encarregou alem disto o pintor Vasari de representar nas paredes do Vaticano as principais cenas daquele dia, mandando também cunhar uma medalha comemorativa.

Mas qual é a verdadeira explicação destes procedimentos do Papa?

As congratulações enviadas á corte de Paris faziam parte, a mais ordinária, das relações diplomáticas. E por outra parte o Papa não dispunha de outras fontes de informação senão das relações do embaixador francês em Roma e das do seu núncio em Paris. Apresentavam elas os fatos, como oficialmente corriam, isto é, como uma conjuração tramada pelos huguenotes contra a vida do rei, conjuração, de que o rei só pudera salvar-se por meio de uma geral carnificina. Que diz com efeito o núncio residente em Paris e de ordinário bem informado? No seu despacho com data do próprio dia da carnificina, depois de narrar os fatos, acrescenta que ‘a Majestade divina tomou sob a sua proteção o rei e a rainha mãe’; o que parece confirmar a idéia, que corria, de ter realmente existido a tal conspiração.

A própria noticia em si, prescindindo do modo como ela se realizara, não poder deixar de ser, observa Vacandard, muito agradável a Gregorio XIII.’ Estando, pois, o Papa mal informado sobre o modo como as coisas se tinham passado, e estando convencido de que o rei se achava no caso de uma legitima defesa, houve naturalmente de alegrar-se ao ver que os protestantes tinham caído no laço e que os seus principais cabeças se achavam fora de combate.

Em Paris mesmo foi muita a gente que se enganou; e o próprio Parlamento condenou retrospectivamente o almirante Coligny a ser queimado em effigie por causa do criminoso atentado. Estava, portanto, o Papa com muito boa companhia, no juízo que fazia sobre aqueles acontecimentos trágicos.

A conclusão, que disto se tira, é que o S. Bartholomeu foi uma questão meramente política, originada do ódio de Catharina contra Coligny, das rivalidades entre as casas de Guise e de Condé, e ocasionada pela exasperação da rainha, ante o malogro da sua cruel tentativa de 22 de agosto. Bastantemente se explicam assim os lastimosos sucessos do S. Batholomeu; e esta explicação está de acordo com os documentos daquela época. A religião nem sequer serviu de pretexto para aquela carnificina, porque as informações dadas ao Papa apenas se referiam a uma conjuração política. Catharina de Medicis, a principal culpada nesta catástrofe, tinha sobretudo em vista abater o partido protestantes mais do que a seita dos protestantes.”

Fonte: DEVIVIER, Pe. W., SJ. Curso de Apologetica Christã, 3ª ed., São Paulo: Melhoramentos, 1925, pp. 426-429:

http://www.veritatis.com.br/article/2818.

O que é possível afirmar segundo a história verídica e imparcial é que o clero católico, durante as matanças, cumpriu o dever sagrado de seu ministério. Aí se enquadra, por exemplo, a nobre conduta de Hennuyer, bispo de Lisieux, que salvou, por sua firmeza, todos os huguenotes de sua diocese. O Martirológio dos protestantes – insuspeito em querer elogiar os católicos - cita vários fatos desse gênero: “Em Toulouse” – diz – “os conventos serviram de asilo aos calvinistas; em Bourges, alguns católicos pacíficos ocultaram vários [huguenotes]; em Romans, de sessenta [huguenotes] presos, quarenta foram libertados e dos vinte restantes, não morreram mais que sete; em Troyes, em Bordeaux, muitos foram igualmente salvos pelos sacerdotes”. Em Paris, os huguenotes perseguidos encontraram igualmente protetores entre os católicos; e em Nimes, esquecendo os vexames perpetrados pelos protestantes [no dia] de São Miguel, surgiram corações bastante generosos para defender os calvinistas de uma matança autorizada pelo exemplo [de Paris], mas de nenhuma maneira aprovada pela Religião [católica].

http://www.veritatis.com.br/article/4262

De fato fica demonstrado aqui que o “Massacre de S. Bartolomeu” foi nada mais que um episódio desecandeado pela casa real da França contra os protestantes que também visavam interesses políticos no País.

Essa visão de que foi tudo premeditado pela Igreja nada mais é que uma ficção criada pela Les Huguenots (ou Os Huguenotes) uma ópera francesa de Giacomo Meyerbeer.

A Noite de São Bartolomeu foi uma guerra civil onde um grande número de protestantes foram mortos e onde também católicos morreram no confronto. Baseado na mesma lógica nós poderíamos acusar os calvinistas pelas vidas católicas que ali pereceram. Portanto, acusar a Igreja do massacre dos Huguenotes é novamente distorcer a verdadeira história com o único objetivo de difamar a Santa Igreja Católica que é a coluna e sustentáculo da verdade. (1Timóteo 3,15).

Por Jefferson Nóbrega

Sancte Michael Archangele, defende nos in prælio; contra nequitiam et insidias diaboli esto præsidium

Matéria índice de Mentiras contra Igreja Católica.  

http://mentiras-evanglicas-e-outras.blogspot.com/2011/06/noite-de-sao-bartolomeu-uma-conspiracao.html

Autor: Cris Macabeus.

Colaboração: Fernando Nascimento (Museu da Mentira), Antonio (Cai a Farsa), Oswaldo (Mentiras em Sites Religiosos).

Todas as fontes citadas em determinados artigos.