As mentiras do Apocalipse Protestante! 

Os protestantes de Hitler.

Os protestantes de Hitler.

Tática protestante para refutação:

“Uma mentira repetida cinquenta vezes torna-se uma verdade” (Joseph Goebbels, ministro da propaganda nazista)

“Acuse os adversários do que você faz, chame-os do que você é!” (Vladimir Lenin, ditador Soviético)

Seguindo esses dois jargões marxistas, os rebelados “banzoloucos” e Cia, propagam pelo mundo virtual, todos os seus embustes satânicos e falsos testemunhos contra a Santa Igreja Católica. Nesse artigo, eu irei refutar mais uma “pataquada” protestante, que, por sinal, é mais um embuste elaborado em cima desses dois jargões marxistas.

Parece sacanagem o que eu estou escrevendo, porém, é a mais pura realidade!

Caro leitor, você já leu no mundo virtual, algo sobre um livro chamado: O PAPA DE HITLER?

“Nessa foto, onde, JOHN CORNWELL, um simples ativista do Demônio, sugere que, PIO XII, estava saindo de um encontro com Adolf Hitler, na verdade, essa foto, apenas mostra o então: Eugenio Maria Giuseppe Giovanni Pacelli, ainda, ARCEBISPO, exercendo sua função de núncio[1] Apostólico na Alemanha em 1929. Ou seja, quatro anos antes de Hitler tomar o poder. Após essa data, nunca mais Pacelli voltou à Alemanha.

Comentários: Cai a Farsa, Fim da Farsa, Olavo de Carvalho e Peter Gumpel[2].

“Sabendo que, Adolf Hitler subiu ao poder em 30 de Janeiro de 1933, também, lembrando que, nessa ocasião, a humanidade pouco sabia das reais intenções de Hitler, não há como atribuir ao Santo Padre, ou, qualquer outra pessoa, a responsabilidade sobre os fatos decorrentes durante a segunda guerra”.

Comentários: Cristiano Macabeus.

Iniciando a refutação, eu vou acabar com as peripécias protestantes sobre o suposto PAPA DE HITLER.

Obs.: Pena que nem o Santo Padre e muito menos Adolf Hitler sabiam disso!

Ainda falando sobre esse livro demoníaco, no qual, diz que, PIO XII foi o PAPA de Hitler, isto é, um PAPA que apoiava o NAZISMO e o HOLOCAUSTO Judaico; esse livro não passa de mais um EMBUSTE marxista adotado pelos protestantes, aliás, é só mais uma comédia protestante unida as suas fábulas que foram inventadas ao longo dos séculos. Na verdade, esse livro não passa de um estelionato editorial.

Logo na capa (do livro), podemos observar o Santo Padre (Pio XII) abandonando o Palácio Presidencial de Berlin. Como mencionado acima, esse fato ocorreu quatro anos antes que Adolf Hitler assumisse o poder absoluto na Alemanha. Para atestar essa ideia, é só prestar atenção na foto (acima), e, então, o leitor poderá observa que não existe nenhuma bandeira NAZISTA na foto, no uniforme dos soldados, ou, em qualquer parte do palácio.

Por fim, o próprio autor desse livro demoníaco, e, tão apreciado pela desgraça protestante, reconhece que o livro foi uma FRAUDE

JOHN CORNWELL RETIRA SUAS ACUSAÇÕES SOBRE O PAPA DE HITLER:

Em um artigo publicado pela revista "The Economist"[3] em (2004), O Sr. Cornwell diz que: “reconheceu que se enganou; sustentou que, Pio XII não podia ser acusado de simpatia ou conivência com o regime nacional-socialista, nem antes e nem depois do acesso ao Pontificado; podia sim; ter procedido mais energicamente contra Hitler. O historiador tentou desculpar o seu erro, alegando que, os documentos que refutavam as suas acusações ainda não tinham sido publicados. Numerosos estudiosos entraram na polêmica após a publicação do seu livro” (The Economist, 9 December 2004, p. 82–83) e (Cornwell 2004 p. 193)

Refutando as alegações de Johm Cornwell, Matteo Luigi Napolitano, analista dos Arquivos do Vaticano, em artigo publicado em "II Giornale" (14 de dezembro 2004), diz: “tais documentos não somente desde muito eram acessíveis aos pesquisadores, mas, eram também muito conhecidos pelos especialistas da temática; por conseguinte, afirma Napolitano, se Cornwell os ignorou, foi simplesmente por causa da tese preconceituosa que Cornwell queria incutir mediante seu livro; ele fechou os olhos aos documentos que desmentiam tal tese”.

Ainda falando sobre John Cornwell e seu famoso livro que, por sinal, ele mesmo reconheceu ser uma fraude, podemos observar o estrago que ele fez nas mentes protestantes.  Como se vê, notícias desmentidas em 2004 ainda foram publicadas como verídicas por revistas sensacionalistas como: SUPERINTERESSANTE em maio 2007. Além dessa revista do demônio, também podemos ver alguns rebelados usando o conteúdo desse livro nas redes sociais como se o mesmo fosse verídico.

Lamentável.

Mas, a mentira é normal dentro do protestantismo. Quem não se lembra da famosa foto manipulada pelos protestantes insinuando que, Bento XVI fazia a saudação NAZISTA?

Fonte: Cai a Farsa.

CARO LEITO, VOCÊ QUE ESTÁ PESANDO EM SE TORNAR UM PROTESTANTE, OLHE PARA ESSA MANIPULAÇÃO E OBSERVEM NO QUE VOCÊ IRÁ SE TRANSFORMAR!

Obs.: Falso testemunho come solto dentro do protestantismo (vide Lucas Banzoli).

Qual o real objetivo desse artigo? Simples. Nesse artigo, eu irei refutar esse embuste contra o Santo Padre, e, provar mediantes fontes documentais que, na verdade, FORAM OS PROTESTANTES que apoiaram HITLER e suas ideologias antissemitas. A Ku Klux Klan que o diga!

Dessa vez, a casa vai cair!

Agora, eu vou mostrar para você leitor, a verdadeira opinião do suposto PAPA DE HITLER quando ao NAZISMO.

Observem o que diz os jornais da época:

PAPA condena o nazismo, conta como a igreja sofreu na guerra”.

PAPA Pio XII, Sábado, emitiu uma condenação solene para o nazismo e expressou confiança de que a nova Alemanha se reergueria novamente, para uma nova dignidade e uma nova vida depois de jogar fora o feitiço satânico da nacional socialista”.

Continuando...

“Partido NAZISTA denunciado por PAPA PIO como anticristão”.

“BERLIM, 21 de março, PAPA Pio XII, em uma encíclica com palavras duras aos Católicos Alemães, hoje, francamente, acusei o governo NAZISTA de ter violado sua concordata junto ao Vaticano e de promover o movimento ANTICRISTÃO”.

“Sábado, 27 de Maço de 1937”.

“Relação entre PAPA e Berlin está cada vez mais tensa”.

Obs.: Tradução feita pelo próprio site.

O mesmo, podemos ver nessas outras reportagens da época:

Essas foram às palavras do famoso PAPA DE HITLER.

Como vimos, os único religioso que se colocou contra Adolf Hitler, foi exatamente o suposto PAPA DE HITLER do fantástico mundo protestante.

Agora eu pergunto: QUAL PROTESTANTE SE COLOCOU CONTRA O NAZISMO DURANTE SEGUNDA GUERRA? Resposta simples: NENHUM. Até porque, eles estavam de mãos dadas com Adolf Hitler.

Voltando ao assunto, eu vou mostrar ao leitor, com fontes documentais da época que, o Santo Padre, além de se colocar contra o NAZISMO, foi ele, o único religioso a dar auxílio à comunidade judaica durante a segunda guerra. Os próprios Judeus testemunharam o fato:

Para quem não sabe, ou, finge que não sabe, essa placa foi doada no ano 1946 pelos Judeus à igreja em nome do Papa Pio XII.

Observem o que está escrito na placa:

Moção aprovada pelo Terceiro Congresso da Comunidade Israelita Italiana realizado em março de 1946.

“O Congresso dos Delegados das comunidades israelitas italianas, realizado em Roma, pela primeira vez após a Libertação, é obrigado a pagar tributo a Sua Santidade, e, para manifestar o mais profundo sentimento de gratidão de todos os judeus, por mostrar a Fraternidade humana da Igreja durante os anos de perseguição e quando suas vidas foram postas em perigo pelas atrocidades nazifascistas. Muitas vezes, sacerdotes suportaram prisões e campos desconcentração e até mesmo sacrificaram as suas vidas para ajudar os judeus. Essa prova que o sentimento de bondade e caridade que ainda conduz o justo tem servido para diminuir a vergonha das indignidades suportadas, o suplício sofrido das perdas de milhões de seres humanos. Israel ainda não terminou o sofrimento: Os judeus sempre lembrarão o que a Igreja, sob ordens do papa, fez por eles naquele momento terrível”.

Fonte: Cai a Farsa.

Creio que isso seja “um tapa” na cara dos protestantes, pois, os próprios Judeus desmascararam os embustes protestantes. Será que algum pastor rebelado recebeu uma placa dessas? Resposta simples: NÃO. Pois eles estavam de mãos dadas com Adolf Hitler.

Depois da placa em homenagem ao Santo Padre, eu quero mostra ao nobre leitor, o depoimento de membros da própria comunidade judaica:

Eis o artigo de Joseph Sobran com amostras retiradas do livro de Ralph Mclnerny (The Defamation of Pius XII), no qual, reuniu depoimentos de vários Judeus sobre o assunto:

Traduzido por: Olavo de Carvalho. Ralph McInerny, no seu livro The Defamation of Pius XII (A Difamação de Pio XII). Cita o que judeus disseram naquele tempo.

“Só a Igreja Católica protestou contra o assalto hitlerista à liberdade”. disse Albert Einstein.

Em 1942, o jornal Jewish Chronicle, de Londres, observou: “Uma palavra de sincera e profunda apreciação é devida pelos judeus ao Vaticano por sua intervenção em Berlim e Vichy em favor de seus correligionários torturados na França... Foi uma iniciativa incentivada, honrosamente, por um bom número de católicos, mas para a qual o próprio Santo Padre, com sua intensa humanidade e sua clara compreensão das verdadeiras e mortais implicações dos assaltos contra o povo judeu, não precisou ser incentivado por ninguém”.

O Dr. Alexandre Safran, rabino-chefe da Romênia, escreveu em 1944: “Nestes tempos duros, nossos pensamentos, mais que nunca, voltam-se com respeitosa gratidão ao Soberano Pontífice, que fez tanto pelos judeus em geral... No nosso pior momento de provação, a generosa ajuda e o nobre apoio da Santa Sé foram decisivos. Não é fácil encontrar as palavras adequadas para expressar o alívio e o consolo que o magnânimo gesto do Supremo Pontífice nos deu, oferecendo vastos subsídios para aliviar os sofrimentos dos judeus deportados. Os judeus romenos jamais esquecerão esses fatos de importância histórica”.

Quando os Aliados libertaram Roma, uma Brigada Judaica afirmou em seu Boletim: “Para a glória perene do povo de Roma e da Igreja Católica Romana, podemos afirmar que o destino dos judeus foi aliviado pelas suas ofertas verdadeiramente cristãs de assistência e abrigo. Mesmo agora, muitos ainda permanecem em lares religiosos que abriram suas portas para protegê-los da deportação e da morte certa”.

Um sobrevivente, citado num diário hebraico de Israel, disse: “Se fomos resgatados, se os judeus ainda estão vivos em Roma, venham conosco e agradeçamos ao Papa no Vaticano”.

Um Comitê da Junta Judaica Americana de Bem-Estar Social escreveu ao próprio Pio XII: “Recebemos relatórios de nossos capelães militares na Itália sobre a ajuda e a proteção dos judeus italianos pelo Vaticano, pelos padres e pelas instituições da Igreja durante a ocupação nazista do país. Estamos profundamente comovidos diante dessa extraordinária manifestação de amor cristão – tanto mais porque sabemos dos riscos corridos por aqueles que se prontificaram a abrigar os judeus. Do fundo de nossos corações enviamos a V. Santidade a expressão de nossa imorredoura gratidão”.

Os veteranos de um campo liberado foram a Roma e apresentaram a Pio XII a seguinte carta: “Agora que os Aliados vitoriosos quebraram nossas cadeias e nos libertaram do cativeiro e do perigo, que nos seja permitido expressar nossa profunda e devota gratidão pelo conforto e ajuda que Vossa Santidade se dignou de nos garantir com paternal preocupação e infinita ternura ao longo dos anos de nosso internamento e perseguição... Ao fazê-lo, Vossa Santidade, como a primeira e a mais alta autoridade na Terra, ergueu sua voz universalmente respeitada, em face de nossos perigosos inimigos, para defender abertamente nossos direitos e a dignidade humana... Quando estávamos ameaçados de deportação para a Polônia, em 1942, Vossa Santidade estendeu sua mão paternal para nos proteger, e deteve a transferência dos judeus internados na Itália, com isto salvando-nos da morte quase certa. Com profunda confiança e esperança de que a obra de Vossa Santidade será coroada com sucesso continuado, expressamos nossos agradecimentos de coração e rogamos ao Todo-Poderoso: Que Vossa Santidade possa reinar por muitos anos na Santa Sé e exercer sua benéfica influência sobre o destino das nações”.

O rabino-chefe de Jerusalém, Isaac Herzog, disse: “Agradeço ao Papa e à Igreja, do fundo do meu coração, por toda a ajuda que nos deram”.

Moshe Sharett, um eminente sionista, resumiu assim sua entrevista pessoal com o Papa: “Eu disse a ele que meu primeiro dever era agradecer-lhe, e através dele a toda a Igreja Católica, em nome do público judeu, por tudo o que fizeram em todos os países para resgatar judeus -- para salvar as crianças e os judeus em geral. Estamos profundamente agradecidos à Igreja Católica pelo que ela fez naqueles países para salvar nossos irmãos”.

O Dr. Leon Kubowitzky, do Conselho Mundial Judaico, ofereceu uma vasta doação em dinheiro ao Vaticano: “em reconhecimento pela obra de Santa Sé ao resgatar judeus das perseguições fascista e nazista”.

Raffaele Cantoni, do Comitê Judaico de Bem-Estar Social da Itália, afirmou: “A Igreja Católica e o papado deram prova de que salvaram tantos judeus quanto puderam".

Em outro livro o rabino e historiador americano David Dalin diz: “Na cidade, 155 conventos e mosteiros abrigaram cerca de 5 mil judeus durante a ocupação alemã. E outros 3 mil se refugiaram em Castel Gandolfo, a residência de verão do papa”. (The Myth of Hitler’s Pope, sem tradução, pág. 35).

Depois de todos esses depoimentos, eu pergunto aos protestantes “BANZOLOUCOS”: Será que o mundo inteiro está errado? Será que todos esses judeus mentiram? Será que todos os jornais da época fraldaram essas notícias?

Bem, não preciso falar mais nada, todas essas fontes documentais falam por mim.

Para terminar essa primeira parte do artigo, eu deixo o link do site CLEOFAS. O professor Felipe Aquino escreve sobre o museu do holocausto em Israel, que por conta própria, tratou de divulgar os feitos do Santo Padre para com a comunidade judaica durante a guerra, junto, ele trás o depoimento de vários judeus testemunhando o auxílio do Santo Padre. 

http://cleofas.com.br/museu-de-israel-isenta-papa-pio-xii-de-culpa/

Quem quiser saber mais sobre o assunto, eu aconselho o livro:

PIO XII O PAPA DOS JUDEUS.

http://www.saraiva.com.br/pio-xii-o-papa-dos-judeus-2661589.html

Partindo para segunda parte do meu artigo, agora é chegada a hora, realmente, a casa protestante vai ser tragada pela terra.

Eu vou mostrar a todos os leitores, o que os santinhos protestantes faziam durante a segunda guerra enquanto o Santo Padre tentava salvar os Judeus e se opunha ao NAZISMO. Preste atenção:

Creio que todos os leitores já presenciaram no mudo virtual, algumas fotos de supostos religiosos ao lado de Adolf Hitler, no qual, alguns até faziam a saudação NAZISTA. O impressionante é que, os rebelados juram que tais religiosos são padre, bispos e cardeais Católicos. No entanto, assim como o cai a farsa e o fim da farsa, eu irei provar que esses desgraçados eram PROTESTANTES e não Católicos.

Primeiramente, eu quero que o leitor observe como é o colarinho usado pelos padres Católicos:

O leitor pode estar se perguntando: O que isso tem a ver com o assunto? Eu respondo. Essa é a resposta para o fim de toda essa “pataquada” protestante.

Observe como é o colarinho usado dentro da igreja luterana:

Obs.: “Esse foi um encontro de Bento XVI com os luteranos em Roma”.

Agora, eu quero que o leitor observem os colarinhos desses desgraçados que apoiaram Adolf Hitler durante a segunda guerra:

Meu Deus, a casa caiu realmente! Mas, não para nessas fotos. Temos agora uma foto bem interessante. Observem:

Alguém sabe quem são esses dois desgraçados?

O cai a farsa e o fim da farsa descobriram. Adolf Hitler está cumprimenta o bispo luterano, protestante, evangélico e nazista Ludwig Muller (bispo do Reich). Esse desgraçado fez parte da famosa igreja do terceiro reich.

Eu sei que o leitor deve estar se questionando o porquê do colarinho ser diferente. Na verdade, essa também é uma vestimenta luterana. Na foto que eu colocarei abaixo, o leitor poderá observar a vestimenta:

A diferença é que o clarinho Católico, não encobre a parte BRANCA (acima), já o colarinho protestante, encobre toda a parte BRANCA (acima).

Bem, depois de provar que, ao contrario da Santa Igreja Católica, a desgraça protestante estava de mãos dadas com a “Nacional Socialista”, eu irei mostrar ao leitor, uma foto bem intrigante. Observem:

Na foto, podemos observar Adolf Hitler saindo de uma igreja, porém, os rebelados juram que o Ditador estava saindo de uma Igreja Católica. Mas, como nós sabemos que mentira é dogma de fé protestante, eu quero mostrar ao leitor, qual é a verdade sobre essa suposta igreja, no qual, Adolf Hitler frequentava.

Eu quero que o leitor observe essa foto (abaixo). Por favor, prestem atenção nos detalhes da moldura ao lado da porta:

A foto mostra claramente, através de algumas particularidades (moldura, escada e fachada) que, essa igreja existe até hoje – comparando a foto da esquerda com a foto da direita (recente). Mas, que igreja seria essa?

Ampliando a foto mais recente, conseguimos observar como essa igreja é realmente. Observem a próxima foto:

Nessa foto, conseguimos ver pela fachada que é a mesma igreja, no qual, Adolf Hitler frequentava. Agora, vamos pesquisar, e, assim, descobrir o nome dessa igreja. Observem a próxima foto:

Bem, caro leitor, ampliando a foto, vocês irão conseguir ler o nome dessa igreja, no caso, não precisa saber falar alemão para descobrir que se trata de uma “igrejola” luterana.

Agora fica a pergunta: O que Adolf Hitler fazia dentro de uma “igrejola” luterana?

Bem, todos nós sabemos que Adolf Hitler não era cristão, religioso ou coisa parecida, pois, se assim fosse, não faria tudo o que fez, aliás, ele era ocultista. O que acontece nesse caso; assim como eu publiquei (acima), Adolf Hitler não era Cristão, mas, os protestantes eram NAZISTAS, ou seja, o ditador Alemão, na verdade, tratava de seus negócios com seus adeptos, no caso, a protestada. Simples assim!

Então fica no ar outra pergunta: Realmente, os protestantes eram NAZISTAS?     

Caro leitor, o protestantismo é NAZISTA desde sempre, aliás, as ideias antissemitas de Adolf Hitler nasceram dentro do protestantismo. Antes que Adolf Hitler tomasse o poder na Alemanha, antes que o comunismo imperasse na Europa, antes que o fascismo fosse absorvido pela Itália – nos Estados Unidos, o maior país protestante –, em 1865 nasceu à famosa KU KLUX KLAN.  

Essa desgraça, no qual, existe até hoje, matou e perseguiu Judeus, Católicos, Negros, Sul-americanos e Asiáticos com todos os requintes de crueldade. Para que o leitor tenha ideia do que seja essa desgraça protestante; a KU KLUX KLAN condenava a morte na fogueira aqueles que eram julgados como raça inferior.

Abaixo podemos ver algumas propagandas da KU KLUX KLAN.

Caro leitor, as partes grifadas em vermelho (inglês) dizem:

Essa organização não é antissemita, anticatólico ou contra os negros, mas, nós restringimos a nossa relação aos nativos nascidos brancos, PROTESTANTES, cidadãos americanos.    

Vamos agora para outra propaganda:

  

Aqui nós podemos observar um membro dessa desgraça protestante batendo um sino e usando a imagem de uma Bíblia.

Vamos para próxima imagem:

Aqui, nós podemos observar uma propaganda, no qual, aqueles que dizem (na primeira propaganda) não ser contra o catolicismo, na verdade, está com um MACHADO nas mãos, e, na descrição diz: “Essa arvore deve ser derrubada”.

Engraçado, é que na arvore está escrito “ROMA”, e, dentro da arvore estão alguns Franciscanos.

Tem mais propaganda por aí.

Nessa imagem, um casal afrodescendente está sendo hostilizado pelos desgraçados protestantes da KU KLUX KLAN.

Conclusão:

A Santa Igreja Católica foi a única instituição religiosa que se colocou contra o nazismo desde sempre. Como pudemos observar nesse artigo, o Santo Padre Pio XII, na verdade, foi um dos grandes inimigos do III reich, excomungando todo o partido nazista e se colocando à disposição dos judeus durante toda a segunda guerra. Os próprios judeus testemunharam o auxílio da Santa Igreja para com os mesmos. Em contrapartida, os protestantes foram seguidores do III reich desde sempre, se colocaram à disposição de Adolf Hitler e foram coniventes com o holocausto. Para corroborar com essa ideia, sabemos que a KU KLUX KLAN nasceu antes do nazismo, sabendo disso, conseguirmos entender o apoio protestante a Adolf Hitler.

Lamentável. PROTESTANTES DE HITLER, NUNCA MAIS...

Autor: Cris Macabeus.

Notas:

[1] Núncio apostólico, ou, núncio papal é um representante diplomático ou embaixador da santa sé.

[2] Peter Gumple, retomado historiador Alemão, padre jesuíta e professor da universidade gregoriana de Roma.

[3] The Economist é uma publicação Inglesa do grupo: The Economist Group, e, de propriedade da: The Economist Newspapaer.     

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