As mentiras do Apocalipse Protestante! 

A realeza de Jerusalém e os Reis da Terra.

A realeza de Jerusalém e os Reis da Terra.

“E a mulher que viste é a grande cidade que reina sobre os reis da TERRA (Apocalipse, Capítulo XVII, Verso XVIII)

Caros irmãos, grandes leitores do site (Macabeus), nesse artigo, eu irei acabar de uma vez por todas com mais esse embuste protestante. Segundo os rebelados, Jerusalém jamais poderia ser a prostituta da babilônia, simplesmente, porque no apocalipse é dito que, a babilônia, é a cidade que REINA SOBRE OS REIS DA TERRA.

Fazendo uma exegese superficial, deixando de levar em conta que, o apocalipse fora escrito por um hebreu, dentro da cultura hebraica e em grego koine, um idioma totalmente diferente (há dois mil anos); podemos considerar qualquer grande guerra, ou, qualquer grande tirano como referências relevantes na interpretação do apocalipse. O maior objetivo protestante, nesse caso, é tentar colocar o império romano dentro dessas revelações (a respeito da babilônia), e, de uma forma subjetiva, jogar (do alto) a Santa Igreja Católica dentro dessa interpretação como sendo o império romano continuado. É claro que, sempre os rebelados irão tentar usar as fábulas da inquisição para sustentar os seus sofismas. Como se o catarismo gnóstico fosse algo ligado ao Cristianismo.

O problema, nesse caso, é que nem sempre uma revelação se trata apenas de algo territorial, ou, plenamente material. Se tratando de uma revelação, como no apocalipse, podemos concluir perfeitamente que, algo espiritual está sobrepondo o material.

Antes de iniciar a explanação, eu quero que os leitores atenham-se para o termo: TERRA. Em outros artigos, eu já expliquei que esse termo possui o significado de: TERRITÓRIO, contrapondo o ponto de vista carnal e material protestante e seus achismo, no qual, interpretam esse termo como sendo o planeta terra.

Obs.: Quem quiser saber mais sobre o assunto, acessar o meu artigo: Tribulação - A guerra que viria sobre o mundo inteiro.

Nesse artigo, eu irei fazer uma simples explanação sobre o termo: TERRA. Os leitores que acessarem o artigo por mim mencionado (acima) poderão observar uma explanação mais detalhada a respeito a respeito desse assunto.

Continuando, o termo grego usado nesse verso é: (γῆς) – transliterado como: (GÈ). Na concordância Strong, podemos observar o seu real significado: Concordância Strong 1093.

Original Word: γ, γῆς, .

Part of Speech: Noun, Feminine.
Transliteration: gé.
Phonetic Spelling: (ghay).
Short Definition: the earth, soil, land.
Definition: the earth, soil, land, region, country, inhabitants of a region.

Caros leitores, podemos observar que, segundo a concordância Strong, esse termo possui o significado de: Terra (elemento); Solo; Terra (território); Região; País; HABITANTES DE UMA REGIÃO.

Observem que em todas as situações – expressadas pela concordância Strong –; sempre o termo é empregado a um TERRITÓRIO HABITADO E DEMARCADO. O que contraria demasiadamente a interpretação protestante, tentando afirmar que, o termo TERRA, significa: PLANETA TERRA.

Eu irei expor alguns textos, no qual, expressam essa ideia central a respeito do termo terra. Observem:

O TERMO TERRA COMO ELEMENTO ÁRIDO (composição):

“Deus chamou ao elemento árido TERRA, e ao ajuntamento das águas MAR. E Deus viu que isso era bom” (Gênesis, Capítulo I, Verso X)

O TERMO TERRA COMO SOLO SEMEADO:

“E seus discursos foram uma série de parábolas.
Disse ele: Um semeador saiu a semear. E, semeando, parte da semente caiu ao longo do caminho; os pássaros vieram e a comeram. Outra parte caiu em solo pedregoso, onde não havia muita terra, e nasceu logo, porque a terra era pouco profunda”
(Evangelho de São Mateus, Capítulo XIII, Versos III, IV e V)

O TERMO TERRA COMO TERRITÓRIO E REGIÃO:

Conquistou, pois, Josué toda a TERRA, como o Senhor tinha dito a Moisés, e deu-a em herança a Israel, repartindo-a segundo suas tribos. E a terra repousou da guerra” (Josué, capítulo XI, Verso XXIII)

O TERMO TERRA COMO PAÍS:

“José levantou-se, tomou o menino e sua mãe e foi para a TERRA de Israel (Evangelho de São Mateus, Capítulo II, Verso XXI)

Então saiu da terra dos caldeus, e habitou em Harã. E dali, depois que seu pai faleceu, Deus o trouxe para esta terra em que habitais agora” (Atos dos Apóstolos, Capítulo VII, Verso IV)  

O TERMO TERRA COMO HABITANTES DE UM TERRITÓRIO:

“A palavra do Senhor foi-me dirigida nestes termos: filho do homem, oráculo do Senhor à terra de Israel: eis o fim. O fim vem para todos os quatro cantos da terra... Tua vez é chegada, habitante da terra! É vindo o momento, o dia está próximo; não há mais alegria sobre as montanhas; é o pânico” (Ezequiel, Capítulo VII, Versos I ao VII)

Tocai a trombeta em Sião, dai alarme no meu monte santo! Estremeçam todos os habitantes da terra, eis que se aproxima o dia do Senhor, dia de trevas e de escuridão, dia nublado e coberto de nuvens. Tal como a luz da aurora, derrama-se sobre os montes um povo imenso e vigoroso, como nunca houve semelhante desde o princípio, nem depois haverá outro até as épocas mais longínquas” (Joel, Capítulo II, Versos I e II)

Caros leitores observem como em todas as situações por mim citadas, o termo (GÈ) é empregado a um TERRITÓRIO demarcado e habitado. Existem outros termos específicos como: UNIVERSO ROMANO e MUNDO. O que será irrelevante para esse artigo.

O que eu quero que o leitor entenda é que, Jerusalém sempre exerceu um domínio territorial dentro do seu próprio reino, e, sempre exerceu um domínio espiritual sobres todas as nações e reinados. Claramente, a protestada irá indagar-me com a pergunta: “como ela poderia exercer um domino territorial sobre o seu próprio reino e espiritual sobre todas as nações se a mesma era dominada pelo império romano?”. Essa é a questão que eu explicarei nesse artigo, levando em consideração as escrituras sagradas.

Eu irei começar a explicação com o domínio territorial e espiritual sobre o seu próprio reino, ou seja, o reino de Israel, e alastrando esse domínio espiritual para todos os outros reinos. Aos leitores, sugiro a leitura do livro de Josué, no qual, podemos observar a conquista de Canaã sobre todas as províncias existentes naquele local. Pois, Canaã era subdivida por trinta e um reinados (REIS DA TERRA).

Estes, pois, são os reis da terra, aos quais os filhos de Israel feriram e cujas terras possuíram além do Jordão para o nascente do sol, desde o ribeiro de Arnom, até ao monte de Hermom, e toda a planície do oriente: [...] O rei de Tirza, outro; trinta e um reis ao todo” (Josué, Capítulo XII, Versos I ao XXIV)

Vamos nos lembrar de que, a TERRA, nesse caso, era o território de Israel, habitado pelo provo hebreu. No contesto histórico, após a morte de Salomão, o território de Israel foi dividido entre o reino norte, e, reino sul. O reino do sul se encontrava a Judeia sendo a capital Jerusalém. O reino do norte se encontrava o resto de Israel sendo a capital Samaria. O grande problema nos dois reinos é que, tanto o norte quanto o sul, se prostituíram com os deuses de outras nações, mas, apenas o norte absorveu a idolatria como a sua própria religião. No caso do sul (capital era Jerusalém), Deus continua a exercer o seu domínio sobre o território, e, consagrando a realeza de Jerusalém como sendo a sua própria esposa. Por esse motivo, Jerusalém, se torna a principal cidade dentre os dois reinos, pois, a partir daquele momento, o norte (capital Samaria) passa a ser execrada pelo sul, e, Deus envia seus profetas constantemente para Jerusalém, a fim de colocar o seu povo no caminho reto da salvação novamente, na tentativa de unir os dois reinos. Então, Jerusalém passa a ser conhecida como: a cidade do GRANDE DO GRANDE REI, que reina sobre os reis da terra. Qual terra? Vamos então relembrar o primeiro verso por mim citado no enunciado do artigo:

“E a mulher que viste é a grande cidade que reina sobre os reis da terra (Apocalipse, Capítulo XVII, Verso XVIII)

Jamais poderemos nos esquecer de que, o termo TERRA refere-se ao território daquele a quem escreve; Jerusalém exerceu o seu domínio durante séculos, domínio sobre as províncias conquistadas por Josué e domínio sobre os reis do norte e do sul, pois, Jerusalém ainda continuava sendo a cidade do GRANDE REI.

Caros leitores, uma cidade só consegue exercer um amplo domínio territorial, se o seu REI, for um REI superior a qualquer outro REI. Nesse sentido, eu vou mostrar aos leitores que, Jerusalém, mesmo dominada pelo império romano, assírio, babilônico entre outros, continuava sendo a cidade que reina sobre os reis da terra (território de Israel). Devemos olhar essa questão sobre dois paralelos.

 

  1. Domínio Espiritual.
  2. Domínio Territorial.

 

Eu quero que os leitores levem em consideração, Jesus Cristo perante Pilatos! Jesus Cristo é:

Primeiro – Soberano sobre os reis da TERRA. (não interessa quem domine essa terra, seja um hebreu ou um romano).

“E da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha, o primogênito dentre os mortos e o soberano dos reis da terra. Àquele que nos amou, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados” (Apocalipse, Capítulo I, Verso V)

Segundo – Rei dos Reis.

“E no manto e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores” (Apocalipse, Capítulo XIX, Verso XVI)

Terceiro – Mesmo preso, humilhado, flagelado, indo para tortura e crucificação ele diz – perante Pilatos – que seu Reino era superior a qualquer outro reino e que, PILATOS NÃO TERIA PODER ALGUM SOBRE ELE.

“Disse-lhe, pois, Pilatos: Não me falas a mim? Não sabes tu que tenho poder para te crucificar e tenho poder para te soltar? Respondeu Jesus: Nenhum poder terias contra mim, se de cima não te fosse dado; mas aquele que me entregou a ti maior pecado tem” (Evangelho de São João, Capítulo XIX, Versos X e XI)

Eu sei que no protestantismo, tudo é material e carnal, mas, eu peço aos leitores que se atenham para o lado espiritual. Estamos vendo um Deus, Rei dos reis, indo pra crucificação, sofrendo os piores flagelos do mundo, e, mesmo assim, ele se vira para Pilatos, Governador da Judeia, e diz: VOCÊ NÃO TERIA PODER ALGUM SOBRE MIM. Por que Jesus Cristo diz isso? A resposta para os carnais é: Jesus Cristo está se referindo ao seu poder espiritual, Divino e não material, ou, carnal. Ele mesmo diz:

“Disse Pilatos: Acaso sou eu judeu? A tua nação e os sumos sacerdotes entregaram-te a mim. Que fizeste?
Respondeu Jesus: O meu Reino não é deste mundo. Se o meu Reino fosse deste mundo, os meus súditos certamente teriam pelejado para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas o meu Reino não é deste mundo
(Evangelho de São João, Capítulo XVIII, Versos XXXV e XXXVI)

O Reino de Jesus Cristo não era desse mundo, mas, ele era o Rei dos Judeus e a sua realeza reinava dentro JERUSALÉM:

“Eu, porém, vos digo: não jureis de modo algum, nem pelo céu, porque é o trono de Deus;
nem pela terra, porque é o escabelo de seus pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei
(Evangelho de São Mateus, Capítulo V, Verso XXXIV e XXXV)

O que vemos até o momento? Uma cidade (Jerusalém), no qual, é a cidade do GRANDE REI, Rei dos reis. Sendo esse Rei, aquele que domina SOBRE TODOS OS REIS DA TERRA (Território de Israel). Então eu pergunto: Qual é a única cidade que pode reinar sobre os reis da terra?

A resposta é bem simples: Essa cidade só poderia ser a cidade do GRANDE REI, aquele que domina SOBRE OS REIS DA TERRA.

Mas, então, a protestada irá me perguntar: “mas como Jerusalém reinava sobre os reis da terra, em uma época em que ela estava dominada pelo império romano?”.

Nesse caso a resposta também é muito simples: Do mesmo que, Pilatos não tinha poder algum sobre Jesus Cristo, preso, flagelado, torturado e indo para crucificação. Jerusalém, sendo a cidade desse GRANDE REI, também, poderia estar sendo oprimida por qualquer outra nação, mas, a sua realeza, ainda continuava exercendo domínio sobre qualquer outro rei a quem dominará.

Por esse mesmo motivo, Jeremias, o profeta chorão, diz em lamentações que, Jerusalém era GRANDE ENTRE AS NAÇÕES e RAINHA ENTRE AS PROVÍNCIAS.  

“Como está abandonada a cidade tão povoada! Assemelha-se a uma viúva a grande entre as nações. Rainha entre as províncias, ficou sujeita ao tributo” (Lamentações, Capítulo I, Verso I)

O profeta Jeremias, mesmo vendo Jerusalém oprimida, e, destruída pelo império babilônico, não deixou de relatar a REALEZA e SOBERANIA de Jerusalém, pois, a mesma, era a cidade do GRANDE REI.

“Grande é o SENHOR e mui digno de louvor, na cidade do nosso Deus, no seu monte santo.
Formoso de sítio, e alegria de toda a terra é o monte Sião sobre os lados do norte, a cidade do grande Rei
  
(Livro de Salmos, Capítulo XLVII, Verso I e II ) 

Lembrando, quem é esse GRANDE REI?

“E da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha, o primogênito dentre os mortos e o soberano dos reis da terra. Àquele que nos amou, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados” (Apocalipse, Capítulo I, Verso V)

“E no manto e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores” (Apocalipse, Capítulo XIX, Verso XVI)

Conclusão:

Jerusalém, e, a terra de Israel, poderia está sob domínio territorial de qualquer império ou nação, mas, a realeza da cidade do GRANDE REI, sobrepunha espiritualmente a qualquer outro rei, ou, império. Do mesmo modo que, Jesus Cristo indo para crucificação diz a Pedro:

“Então Jesus disse-lhe: Embainha a tua espada; porque todos os que lançarem mão da espada, à espada morrerão. Ou pensas tu que eu não poderia agora orar a meu Pai, e que ele não me daria mais de doze legiões de anjos?” (Evangelho de São Mateus, Capítulo XXVI, Verso LIII)

Jerusalém oprimida, com apenas uma palavra, o seu GRANDE REI poderia acabar com toda aquela opressão territorial como em um passe de mágica. Mas, se ocorresse dessa forma, Deus deixaria de ser Divino, e, passaria a ser um ídolo totalmente material levando ao capricho carnal.

Lembre-se povo protestante, só a cidade do GRANDE REI, aquele que DOMINA SOBRE OS REIS DA TERRA, poderia ser a cidade que DOMINA SOBRE OS REIS DA TERRA. Nenhuma outra cidade teria esse poder...

“E a mulher que viste é a grande cidade que reina sobre os reis da terra (Apocalipse, Capítulo XVII, Verso XVIII)

“Eu, porém, vos digo: não jureis de modo algum, nem pelo céu, porque é o trono de Deus;
nem pela terra, porque é o escabelo de seus pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei
(Evangelho de São Mateus, Capítulo V, Verso XXXIV e XXXV)

“E da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha, o primogênito dentre os mortos e o soberano dos reis da terra. Àquele que nos amou, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados” (Apocalipse, Capítulo I, Verso V)

“E no manto e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores” (Apocalipse, Capítulo XIX, Verso XVI)

Mais uma vez caem por TERRA as mentiras do apocalipse protestante.

Autor: Cris Macabeus.

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