As mentiras do Apocalipse Protestante! 

Aos mortalistas da Alma.

Aos mortalistas da Alma.

Bem meus irmãos Católicos, eu quero nesse artigo acabar de uma vez por todas com essa heresia protestante chamada (Mortalidade da Alma), são adeptos dessa heresia satânica, as seitas judaizantes, testemunhas de Jeová e algumas seitas protestantes tradicionais e pentecostais, como eu já expliquei em minha primeira matéria sobre (Imortalidade da Alma), essa doutrina satânica, fundamenta-se na crença de que uma Alma só possui existência a parti de um corpo físico material, ou seja, não existe Alma sem um corpo físico; a morte do corpo é a morte da Alma.

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Imortalidade da Alma.

Sendo assim, esses hereges tentam sustentar essa heresia satânica, se apoiando, nas antigas crenças judaicas, segundo esses hereges, os Judeus tementes a Deus jamais acreditaram na imortalidade da Alma, eles afirmam que segundo os textos hebraicos a crença era na não existência da Alma após a morte, pois somente depois de uma ressurreição no fim dos tempos essa Alma voltaria a viver, ou seja, na teoria desses hereges judeus como João Batista, os outros profetas do (AT), os Santos Apóstolos e seus discípulos não acreditavam na imortalidade da Alma.

Pelos relatos Bíblicos, não temos como saber exatamente qual era a crença dos Judeus na época de Jesus Cristo, até porque, existia no mínimo quatro grandes seitas na época, são elas:

(Fariseu, Saduceus, Essênios e Zelótas)    

Biblicamente não temos as explicações dos usos e costumes dessas seitas, a não ser alguns relatos, os Essênios nem aparecem nos escritos Bíblicos, mas sabemos que eles existiam e tinham uma grande influência entre o povo, há alguns relatos históricos de que João Batista era Essênio, aliás, dizem que o batismo nas águas surgiu dessa comunidade por serem contra os holocaustos de animais.

Já que não possuímos relatos Bíblicos dos usos e costumes de cada seita, eu irei buscar tais informações nos livros de (Flavio Josefo), sendo ele filho de um sacerdote Judeu, nascido em Jerusalém e sendo adepto da seita dos fariseus, nada mais justo de buscar em seus escritos os relatos que não encontramos na Bíblia Sagrada, ele como um grande historiador deixou registrado como eram os usos e costumes das quatros seitas.

Assim diz Flavio Josefo:   

“760. Entre os judeus, os que faziam profissão particular de sabedoria

estavam, há vários séculos, divididos em três seitas: os essênios, os saduceus e os fariseus, das quais, embora eu já tenha falado no segundo livro da Guerra dos judeus, penso que devo dizer aqui também alguma coisa.” (Flavio Josefo história dos Hebreus livro décimo capítulo 2)

Obs:

*No mesmo livro ele relata o nascimento de uma quarta seita chamada de Zelótas.  

Primeiramente eu irei começar com a seita dos Fariseus.

A maneira de viver dos fariseus não é fácil nem cheia de delícias: é simples. Eles se apegam obstinadamente ao que se convencem que devem abraçar. Honram de tal modo os velhos que não ousam nem mesmo contradizêlos. Atribuem ao destino tudo o que acontece, sem, todavia, tirar ao homem o poder de consentir. De sorte que, sendo tudo feito por ordem de Deus, depende, no entanto, da nossa vontade entregarmo-nos à virtude ou ao vício. Eles julgam que as almas são imortais, julgadas em um outro mundo e recompensadas ou castigadas segundo foram neste — virtuosas ou viciosas — e que umas são eternamente retidas prisioneiras nessa outra vida, e outras retornam a esta.” (Flavio Josefo história dos Hebreus livro décimo capítulo 2)

Pelo visto, a classe Judaica dos Fariseus no qual São Paulo fazia parte, não eram adeptos dessa heresia chamada (Mortalidade da Alma), ainda mais, acreditavam na recompensa dos justos e do castigo aos ímpios no mundo espiritual, ainda tem seitas protestantes dizendo que o inferno não existe.

Agora irei falar da seita dos Essênios.

Os essênios, a terceira seita, atribuem e entregam todas as coisas, sem exceção, à providência de Deus. Crêem que as almas são imortais, acham que se deve fazer todo o possível para praticar a justiça e se contentam em enviar as suas ofertas ao Templo, sem oferecer lá os sacrifícios, porque o fazem em particular, com cerimônias ainda maiores. Os seus costumes são irreprocháveis, e a sua única ocupação é cultivar a terra. Sua virtude é tão admirável que supera em muito a dos gregos e de outras nações, porque eles fazem disso todo o seu empenho e preocupação e a ela se aplicam continuamente. Possuem todos os bens em comum, sem que os ricos tenham maior parte que os pobres. O seu número é superior a quatro mil. Não têm mulheres nem criados, porque estão convencidos de que as mulheres não contribuem para o descanso da vida. Quanto aos criados, consideram uma ofensa à natureza, que fez todos os homens iguais, querer sujeitá-los. Assim, eles se servem uns dos outros e escolhem homens de bem da ordem dos sacerdotes, que recebem tudo o que eles recolhem de seu trabalho e têm o cuidado de fornecer alimento a todos. Essa maneira de viver é quase igual à dos que chamamos plistes e vivem entre os dácios.” (Flavio Josefo história dos Hebreus livro décimo capítulo 2)

Segundo Flavio Josefo, os Essênios também acreditavam na imortalidade da Alma e eram contra essa heresia chamada (Mortalidade da Alma), sendo assim, temos mais uma classe Judaica contraria a crença desses protestantes mortalistas da Alma.  

Agora eu irei falar dos Zelótas.

“Judas, de quem acabamos de falar, foi o fundador da quarta seita. Está em tudo de acordo com a dos fariseus, exceto que aqueles que fazem profissão para adotá-la afirmam que há um só Deus, ao qual se deve reconhecer por Senhor e Rei. Eles têm um amor tão ardente pela liberdade que não há tormentos que não sofram ou que não deixem sofrer as pessoas mais caras antes de atribuir a quem quer que seja o nome de senhor e mestre. A esse respeito não me delongarei mais, porque é coisa conhecida de tantas pessoas que, em vez de temer que não se preste fé ao que digo, tenho somente o receio de não poder expressar até que ponto vai a sua incrível paciência e o seu desprezo pela dor. Mas essa invencível firmeza aumentou ainda pela maneira ultrajosa como Géssio Floro, governador da Judéia, tratou a nossa nação e a levou por fim a se revoltar contra os romanos.” (Flavio Josefo história dos Hebreus livro décimo capítulo 2)

Segundo Flavio Josefo, essa seita concordava praticamente em tudo com os fariseus, menos na forma com que os fariseus acreditavam ser um Deus único, até por isso a maioria deles se tornaram discípulos de Jesus Cristo, não podemos esquecer que vários desses discípulos se tornaram Apóstolos, é o caso de Tomé, Simão de Cana, Judas Tadeu etc. Porém é mais uma classe Judaica que acreditava na imortalidade da Alma.   

Agora sim, vamos mostrar a única seita Judaica na época que não acreditava na imortalidade da Alma, porém eles também não acreditavam em Anjos e na ressurreição dos mortos, crença totalmente Anticristã.

Esses são os Saduceus. 

A opinião dos saduceus é que as almas morrem com os corpos e que a única coisa que somos obrigados a fazer é observar a lei, sendo um ato de virtude não tentar exceder em sabedoria os que a ensinam. Os adeptos dessa seita são em pequeno número, mas ela é composta de pessoas da mais alta condição. Quase sempre, nada se faz segundo o seu parecer, porque quando eles são elevados aos cargos e às honras, muitas vezes contra a própria vontade, são obrigados a se conformar com o proceder dos fariseus, pois o povo não permitiria qualquer oposição a estes.” (Flavio Josefo história dos Hebreus livro décimo capítulo 2)

Bem meus irmãos, essa serias a única seita Judaica que os protestantes mortalistas da Alma poderia se basear para justificarem a sua crença, no entanto essa seita (Saduceus) não pode servir de referencia a crença dos Hebreus, pois essa classe Judaica era totalmente independente dos Profetas do (AT), eles eram extremamente políticos e só acreditavam nos cinco livros de Moises, aliás, eles acreditavam no Pentateuco como livros legislativos e não como livros espirituais, sendo assim, seguir esse tipo de pensamento e crença religiosa é uma tentativa de afundar o Cristianismo, coisa que os protestantes estão tentando fazer a quinhentos anos.

Como vimos nesse artigo, todos os Judeus que seguiam (Lei, Salmos e Profetas), acreditavam na imortalidade da Alma, sendo assim, não há justificativa para os mortalistas da Alma e sua crença maligna.

Autor Cris Macabeus.

Fontes bibliográficas:

Bíblia versão dos Monges de Maredsous (Bélgica) editora Ave Maria.

Flavio Josefo livro História dos Hebreus.